Modificador do grupo verbal ≠ complemento oblíquo
Na frase «Há uma rede de voleibol, na praia», na praia é modificador ou pode ser considerado complemento oblíquo?
O significado da palavra holístico
Gostaria de saber qual o significado da palavra holística inserida na seguinte frase: «Esta postura holística face à aprendizagem permite transitar livremente por enfoques onde a complexidade e a diversidade de soluções são contempladas.»
Obrigado.
Sobre o neologismo "caço" (caçar)
«Já foste casso!» (pela polícia)
Existe? Como se deve dizer?
Agradeço explicação sobre o uso do particípio neste caso.
Grata.
Locuções com duas preposições
Ao ler um livro, que dentre outras coisas falava sobre regência nominal, vi que alguns nomes como afável, atencioso, devoção, compaixão, cruel, respeito, simpatia e hostil têm mais de uma regência. Vi também que estes mesmos nomes e adjetivos apresentavam uma regência constituída por duas preposições juntas. Assim, eu pergunto: é possível que haja duas preposições juntas? Em que casos elas podem ser usadas? Há alguma regra para seu uso? «Ser afável com alguém» é o mesmo que «ser afável para com alguém»?
De antemão, fico agradecido pela reposta dos doutos consultores e especialistas do Ciberdúvidas, que já me elucidaram várias dúvidas!
O particípio passado do verbo activar (antes do AO)/ativar (pós-AO)
Gostaria de saber qual a versão correcta para o seguinte sentido: trata-se de um cliente que nós activamos no dia 10 de Fevereiro. Desde então encontra-se activo (com o serviço activo). Como se diz?
— «O cliente foi "activo" no dia 10 de Fevereiro.»
— «O cliente foi "activado" no dia 10 de Fevereiro.»
«... que os réus sejam condenados a pagar (ou a pagarem?)»
Num requerimento com o seguinte texto: «Fulano de tal... requer que os réus sejam condenados a pagar». Ou será, antes, «a pagarem»?
A grafia e o plural de hámster
A minha dúvida é se é correcto escrever apenas "hámster", ou se "hamster" também é correcto. E ainda como se forma o plural: acrescentando apenas um s, ou es?
Muito obrigada!
Divisão silábica de raciocínio
Como se divide em sílabas a palavra raciocínio?
"Elicitação" e eliciação
Como traduzir para português o termo inglês elicitation? Em textos científicos no âmbito da Teoria da Decisão, é comum encontrar "elicitar" ou "elicitação" de preferências ou de probabilidades.
«Estar confiante em que»
Estimada equipa de Ciberdúvidas! Em primeiro lugar, agradeço o próprio site e a vontade persistente de melhorar a Língua Portuguesa num esforço de juntar as capacidades da Internet e os conhecimentos "académicos" do idioma. A minha dúvida é esta: 1. qual é o uso correcto ou, se há mais de um, qual será a diferença entre as variantes das regências do adjectivo "confiante" (de/em) com e sem subordinado que lhe siga?; 2. julgando pelos exemplos recolhidos de JN, DN, Público, Portugal Diário, Diário Digital e algumas outras edições, o uso do conjuntivo precedido de "confiante de/em que; que", parece, é condicionado e prende-se com a medida da probabilidade que se quer atribuir à frase. Qual então a regra básica tal qual é em português de Portugal?; 3. se as palavras da mesma raiz, ou saber, "confiar" e "confiança" se comportam da maneira semelhante quando ligadas a um subordinado? Embora tenha lido os artigos sobre "duvidar que" e "confiança em que + conj.", não me ficou tão claro o assunto que me permitisse construir a frase o mais "portuguesmente" possível o que, para os estrangeiros, obviamente apresenta uma dificuldade maior. Façam o favor de me não remeter para as Gramáticas das quais tenho bastantes, a por Cunha/Cintra inclusive, pois precisava de uma resposta ao vivo provinda de um de vossos excelentes peritos às explicações dos quais tenho repetidamente recorrido.
