DÚVIDAS

Côa e coa
Acabei de descobrir no site do Portal da Língua Portuguesa que coa é forma do verbo coar, enquanto côa é substantivo.Ora, eu estive sempre convencido de que as palavras que terminavam em «oa» (acentuado) não precisavam de acento gráfico (boa, coroa, doa, gamboa, Lisboa, pessoa, voa, etc.). Nos «casos particulares» que os senhores apontam aqui, parece que o acento gráfico é usado para distinguir palavras com pronúncia diferente que, sem o dito acento gráfico, ficariam ambíguas.Se tanto coa (forma verbal) e côa (substantivo) são pronunciadas ['koɐ], poderiam os senhores explicar-me o porquê do acento gráfico?Obrigado.
Snobe / esnobe
Há dias numa conversa "ciber" surgiu a discussão acerca da palavra "snob" e da sua etimologia. Para mim, e para outros, a palavra teria sido criada nas universidades inglesas e usada a seguir aos nomes dos alunos burgueses, no lugar que seria ocupado pelo título nobiliárquico, e seria uma abreviatura de "sine nobilitate". Para outros a palavra seria de origem inglesa, a partir do verbo "to snub", salvo erro. Agradecia a vossa opinião sobre este assunto.
Um pouco de vírgula
Estou com algumas dúvidas quanto ao emprego da vírgula entre orações subordinadas. Nesta frase: «A referência é portanto desprovida de significação quando a perscrutamos de modo absoluto, como se quiséssemos extrapolar o próprio domínio do discurso no qual nos localizamos sem, contudo, deixar de discursar por meio dele.». Não tenho certeza do que é certo. Seria do jeito que está, ou «…localizamos, sem, contudo, deixar…» ou «…localizamos, sem contudo, deixar…». Acho que o problema está no que consideramos como conjunção.
ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de LisboaISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa