Utilização de s ou z
Algumas vezes me deparo com dúvidas sobre a colocação de s ou z. Portanto, peço-lhes que me ensinem algumas regras sobre a utilização correta destas letras.
«Eu mesmo/a» = «eu próprio/a»
Uma mulher fala:
«O salário de todos está atrasado. Eu mesma/mesmo não recebi o meu ainda.»
1: Qual é o correto neste caso?
2: Qual a função sintática?
Dizer / falar
Embora os verbos "falar" e "dizer" possuam significados idênticos, sendo normalmente utilizados como sinónimos, a sua utilização é significativamente diferente. Como tal, gostaria que me dissesse quais as regras de utilização de um e de outro. Além disso, gostaria de saber se o verbo "falar" se poderá empregar no seguinte contexto: "Mas o que é que estás para aí a falar?". Obrigada pela vossa atenção.
Os usos da barra oblíqua e da barra invertida
Qual a diferença entre \ e /?
Sobre a colocação do se
Em Portugal se diz, por exemplo: "Recomenda-se que o arroz se substitua por batatas" No Brasil, se diz: "Se recomenda que o arroz substitua-se por batatas" A minha pergunta é: Quais são as regras em Portugal, para saber onde colocar o "se"? Muito obrigado.
Brocólis, brócolos
Tenho lido e ouvido reiteradamente, em sítios virtuais e na TV brasileira, a palavra "brócoli" como se fosse o singular da palavra "brócolis". Gostaria de saber se o uso desse singular está correto, embora me pareça estar completamente equivocado.
Parabéns pelo sítio!
Grata!
O feminino de tigre: «tigre-fêmea» e tigresa
Tenho algumas dúvidas sobre a formação do feminino do nome tigre. Já consultei algumas gramáticas e dicionários que apontam para «tigre fêmea» como sendo a forma correta (como é o caso da Gramática do Português Contemporâneo, de Celso Cunha). No entanto, em alguns casos, também se verifica a forma tigresa como sendo o feminino de tigre. Devo aceitar tigresa como feminino de tigre?
O "á" com acento agudo
No JN vinha uma carta de um leitor sobre o uso de "à" e "á". Eu sempre pensei que "á" não existia, e sempre me ensinaram que era uma forma errada de "à". Mas afinal parece que existe. Sendo assim, o que é "á"? Uma preposição? Uma contracção? Ou outra coisa qualquer?
O uso da vírgula e as orações subordinadas adverbiais
Tenho sempre dúvida na utilização de vírgulas e o caso aqui é referente à virgula depois das conjunções e e mas.
Abaixo deixo alguns exemplos de frases que selecionei e que queria ajuda para entender se estão certas, ou não, e o porquê.
1 – «Nada prejudica mais uma apresentação do que o nervosismo. E, quando isso acontece, a melhor maneira é respirar fundo e confiar em si mesmo.»
2 – «Eu pediria que voltasse a ser quem era e recordasse tudo o que vivemos. Mas, mesmo assim, se isso não for possível, esqueça tudo o que passamos.»
3 – «Ontem, Maria me contou uma história de amor inesquecível que ela viveu há alguns anos. Então penso comigo. E, se essa história de amor for realmente verdade, será que um dia poderei vivê-la?» (Aqui não vejo necessidade de vírgula antes de e. É errado numa oração ter vírgula depois de se ou caso?)
4 – «Podes ter imaginado um caminho incrível rumo a um destino excepcional. Mas, para levar as pessoas até lá, é necessário que faças a viagem parecer atraente.»
Nos exemplos acima, e e mas estão no início da oração. Sei que não é errado fazer isso, pois envolve uma questão de estilística, mas sei também que nesses casos eles poderiam estar em uma oração só. De qualquer forma, gostaria de saber se essas conjunções, exatamente do jeito que estão, têm a vírgula depois delas mal colocada.
Obrigado.
Encontrar-nos = encontrarmo-nos
Muito agradecia o favor de me explicarem se se deve dizer «podemos combinar encontrar-nos», ou «podemos combinar encontrarmo-nos».
Muito grata pela atenção que se dignarem dispensar.
