Locução pronominal
Quais são os exemplos de locuções pronominais definidas e indefinidas?
«Ansiosidade»
Por favor gostaria de saber se existe a palavra ansiosidade; procurei no dicionário do Aurélio e só achei ansiedade.
Base e radical
Gostaria de ser informada sobre a diferença entre base e radical. Sei que esta pergunta já foi feita tendo o consulente sido remetido para o Dicionário Terminológico, que não é esclarecedor sobre o assunto. Assim, por exemplo, qual a razão para doc ser a base para adoçar, e adoça, a base para adoçante? Como explicar estas subtilezas aos alunos se a esmagadora maioria dos professores tem dúvidas?
Regência do verbo chamar, novamente
E desta forma termina o tópico denominado "Chamar com Regência":(...) «Assim, embora se defenda como preferível a forma "ele chamou-lhe intelectual", não poderá dizer-se que é um erro a construção "chamar de" no sentido de "chamar nomes a alguém", presente na frase "ele foi chamado de intelectual"».Mas como pode tal?...Se aceitarmos a construção «ele foi chamado de intelectual», teremos de aceitar também «chamaram-no de intelectual». Se aceitarmos «chamei-o de mentiroso», teremos de aceitar, por exemplo, «chamaste-o», ao invés de «chamaste-lhe»; «chamámo-lo», ao invés de «chamaste-lhe», etc. E, como bem refere M.R.M.R.: «seria, sim, incorrecto dizer “o chamam” ou “chamam-no”. A forma correcta é "lhe chamam"». «Ela chamou sábio ao professor» = «Ela chamou-lhe sábio» Em Portugal, é esta a construção correcta.Se alguém «o chamou», foi, possivelmente, para obter a sua atenção. Se alguém lhe chamou, foi, provavelmente, um nome qualquer. E são, decididamente, coisas diferentes. O que será que me escapa?Obrigada.
Sobre a correção de «denominar (alguma coisa) de...»
«Denominada de...» é errado?
Deve ser escrito, sem exceções, sem preposição?
Sobre a poiética
«A Poiética refere-se ao conjunto de estudos que versam sobre a instauração da obra, notadamente da obra de arte. Desta forma a Poiética não diz respeito à apreensão ou análise da obra-feita, nem da obra-por-fazer, mas sim à obra-no-acto-de-fazer, ou seja, é uma reflexão sobre o que está em obra na obra.»
Isto está errado?
Obrigada.
Cujo: pronome relativo e determinante
Num manual de Língua Portuguesa do 9.º ano, "cujo" aparecia classificado como determinante relativo. Em nenhuma gramática portuguesa encontrei esta subclasse de determinantes. "Cujo" é pronome relativo ou pode também ser utilizado como determinante?
Audição, audiência, auditoria
Vi dois tópicos no Ciberdúvidas sobre este assunto e nenhum me esclareceu no que preciso.
Será correcto falar de «audição pública» e de «audiência privada»? E por isso se usa «audição parlamentar» mas «audiência com o primeiro-ministro»?
Terá que ver com a relação entre audição e auditoria, como estabelecida neste tópico?
É que pressinto o conceito de auditoria em «audição parlamentar», mas não (necessariamente) em «audiência com o primeiro-ministro»...
Obrigado.
"Impartir"
Gostaria de saber se existe na língua portuguesa o verbo "impartir", cujos sinónimos são «compartilhar», «repartir», «comunicar», «revelar».
Encontrei a palavra "impartição", e, formando um verbo com esta palavra, dever-se-ia obter o verbo "impartir" na língua portuguesa, mas, infelizmente, não o consigo encontrar em nenhuma página lusófona. Por isso me derijo a vós.
Obrigado.
Xicrona
Gostaria de saber se há o aumentativo sintético para o substantivo XÍCARA.
Aqui no Brasil é comum ouvirmos "xicrona" e até mesmo "xicarazona". Como o povo é bastante criativo, gostaria de saber qual a forma correta (se houver).
Agradecida.
