Nuvem
Sou estudante do ensino superior e têm-se-me algumas dúvidas em relação a palavras que "já não" se usam com acento grave/agudo. Uma dessas dúvidas é em relação à palavra nuvem. Obrigado pela atenção.
A etimologia de bárbaro e de bravo
Segundo o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, a palavra bravo provém do latim vulgar brabus, que advém do étimo latino barbarus, o qual, por sua vez, se origina do grego bárbaros. Ora, tanto quanto sei, entre os gregos, bárbaro era o inculto, o não civilizado, aquele que, porque não falava grego, balbuciava. Contudo, ainda segundo o mesmo dicionário, a palavra em causa pode expressar também admiração, aplauso, vivo entusiasmo. Afinal, como se deu tal evolução semântica?
Complementos circunstanciais de lugar onde
Nas frases 1, 2, 3, os termos entre aspas são objetos indiretos. Porém, na frase 4, o termo entre aspas é adjunto adverbial de lugar. Por que isso acontece, já que todas as frases utilizam-se do verbo sair? Como posso saber quando vai ser objeto indireto ou adjunto adverbial? 1 – Não sai "do assunto". 2 – Muitos associados saíram "do clube". 3 – Saiu "do emprego". 4 – O prego saiu "da parede".
O coloquialismo português tá-se
Surgiu uma controvérsia em torno da expressão «tá-se bem», a que, por curiosidade, fui dar num site de conjugação de verbos onde me surgiu o verbo "estar-se". Está todo conjugado e parece-me correcto, embora tenha dúvidas se tal pode ser chamado de verbo. Apesar da dúvida, penso que se trata de assuntos diferentes.
Portanto, no primeiro caso a dúvida é se o correcto é "tá-se", ou "tasse". No segundo caso, se existe este verbo e se o se é um pronome pessoal reflexo que depois nas diferentes conjugações se ajusta ao sujeito.
Desde já agradeço a ajuda que possa receber.
Sobre a origem da expressão copo-d´água (= «banquete», Portugal)
Qual a origem da expressão copo d´água para designar a festa do casamento?
A pontuação de «desculpa»
Em discurso directo, o pedido de desculpa simples deve levar ponto de interrogação, ou de exclamação?
«— Desculpa?»
Ou
«— Desculpa!»
Até à semana que vem
Agradecia um esclarecimento sobre a frase mais correcta: «até à semana» "versus" «até para a semana».
Parece acreditarem / parecem acreditar
António Barreto escreve hoje que "...os subscritores parece acreditarem...". Eu escreveria "... parecem acreditar...". Estarei errado?
Predição e previsão
Gostava de saber a diferença entre predição e previsão.
O mais das vezes
Julgava que a maneira correcta de dizer era «o mais das vezes», com o significado de «a maior parte das vezes». No entanto, tenho ouvido pessoas que considero cultas dizer «as mais das vezes»...Qual é a vossa opinião?
