DÚVIDAS

Homeostático
«(...) No fundo, com a natalidade acontece o mesmo que com a sexualidade, o universo da autonomia individualista não entra em curto-circuito com todas as disposições, funciona antes como uma “desordem homeostática” capaz, neste caso, de assegurar a renovação da população para lá de toda e qualquer moral natalista.(...)» Qual o contexto e o significado de «desordem homeostática»? Desde já imensamente grato,
A análise morfológica e a ortografia de «fá-lo-á»
Será que eu aprendi mal e estou a ensinar mal aos meus alunos? Numa resposta a um consulente acerca de palavras com dois acentos como «fá-lo-á», a explicação dada foi a de que (ou foi que?) «Os primeiros dois constituintes são a conjugação pronominal “fá-lo”, em que o pronome antigo “lo” substitui o pessoal “o”, com assimilação do “z” em “faz” e acentuação do “a”, para manter a abertura da vogal. O último constituinte é a forma `há´ do verbo `haver´, sem o `h´, com o pronome em posição mesoclítica. Trata-se duma palavra composta e não duma palavra simples.» Ora, na minha modesta opinião, o 2.o elemento com acento, "-á ", não é mais do que a terminação do Futuro, na 3.ª pessoa do singular. Assim, na frase «Ele fará o trabalho», corresponderá a "*fa(r)-lo-á ". Por que razão a primeira sílaba “fá" passa a ter acento, gostaria de saber. Obrigada pelo esclarecimento.
Dona sem senhora é possível?
Em que contextos se deverá usar a forma de tratamento "Dona" com uma senhora? E é incorreto/impróprio, em casos de inexistência de proximidade familiar ou com um colega, utilizar apenas o nome próprio, com o verbo conjugado na terceira pessoa? Por exemplo, nas frases: «D.ª Maria, não se esqueça da sua chávena de chá», «Maria, não se esqueça da sua chávena de chá», quando é que cada uma das formas de tratamento é aceitável?
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