Consultadoria
Trabalho no domínio da Consultoria de Engenharia e considero que, para além do indispensável rigor do conteúdo das suas intervenções, os consultores têm igualmente a obrigação de procurar a maior precisão formal, na sua expressão verbal e, de sobremodo, na sua comunicação escrita .E é para me informar melhor sobre a forma correcta de derivar uma palavra que vos "tele-escrevo".Trata-se de consultoria ou consultadoria.Sendo essa a função do consultor, derivo racionalmente a designação dessa actividade como consultoria. Porém, numerosos consultores (que, a meu ver, se consideram a si próprios como consultadores…) escrevem consultadoria.Porque nestas coisas há por vezes uma certa dose de "metafísica" que não atende a valores estritamente racionais, solicito ser esclarecido sobre se faço, no meu dia a dia de trabalho, consultoria ou consultadoria.
N.E. O consulente escreve segundo a Norma de 1945.
A diferença entre inspecção e fiscalização
Como técnico de um serviço de inspecção e de fiscalização de um organismo público no qual surgem frequentemente por parte de alguns colegas dúvidas relativas à delimitação dos âmbitos destas duas áreas de actividade (inspecção e fiscalização) gostaria de obter um parecer suficientemente exaustivo sobre a distinção entre esses dois conceitos. Agradeço desde já a atenção dispensada.
Advérbio de modo e tempo
Gostaria de saber se um advérbio de tempo pode ser ao mesmo tempo advérbio de modo (dependendo da frase, claro). Se a resposta for afirmativa gostaria, se possível, que me dessem quatro exemplos.
Muito obrigado pela atenção.
Comentário sobre a expressão «ao pé da letra»
Gostaria de um comentário sobre a expressão «ao pé da letra». Seu significado é «literalmente», mas é uma figura de linguagem? Seria catacrese, ou metáfora?
Morfologicamente, posso classificá-la como locução adverbial?
A grafia de feijão-macáçar
Na embalagem plástica de certo feijão comercializado principalmente aqui em Pernambuco, está escrito «feijão macassar». Creio que a forma correta é macáçar, nome oriundo de certa região asiática. Portanto, a palavra "macassar", pronunciada com o acento tônico na última sílaba e escrita com dois esses, está incorreta. Tenho razão?
Muito grato por vossa atenção!
Mil e vinte e dois
Como devo escrever por extenso números entre mil e mil e cem? Por exemplo: 1022: mil e vinte e dois ou mil vinte e dois?
O i de jóia
(joia, pós-AO de 1990)
(joia, pós-AO de 1990)
Um caso específico que me intrigou foi a palavra jóia, pois ao separá-la (jói-a) o ditongo permanece devido a regra de acentuar os ditongos tônicos. O i-a torna-se hiato, ou simplesmente não recebe nome algum quanto aos encontros vocálicos?
Através de/por intermédio de
Quando usar através de e por intermédio de?
Antecipadamente, agradeço-lhes.
A pronúncia de es- e ex- + consoante
Conheço bem as diferentes realizações do prefixo ex- em Portugal, que dependem do som posterior (vogal, consoante surda ou sonora) e também da região (centro-setentrional/resto do país). Quanto ao Brasil, encontrei algumas informações contraditórias. Parece que êx-/ex- seguido de vogal é pronunciado normalmente [éz]/[ez] (êxito/exótico) (sem ditongo à diferença de Portugal). Quando seguido de consoante surda, pronuncia-se [és]/[es] (êxtase/expor), embora em posição átona se admita também a pronúncia [is] (expor). Pelos vistos no Brasil não se produz a ditongação na pronúncia deste prefixo. É assim em todos os casos? Qual seria no Brasil a realização padrão de ex- seguido de consoante sonora em palavras como ex-ministro? Seria [ez]/[iz]? Se for assim, não existe no Brasil, como em Portugal — estou a pensar sobretudo no Rio de Janeiro —, a realização com palatal surda (como o "ch" de chama) ou sonora (como o "j") para ex-/êx- quando seguido de consoante surda ou sonora, respectivamente?
Obrigadíssimo pela vossa resposta e os meus parabéns pela web.
O significado de superintendente e de superintendência
Qual o significado das palavras superintendente e superintendência?
