Concertar/consertar
Gostaria de saber se a palavra "consertar", correspondente à versão portuguesa "concertar", é correcta ou é um erro que se foi difundindo sempre mais no Brasil.
Parabéns pelo seu site.
O termo ensino-aprendizagem
Pode-se usar o biómio «ensino-aprendizagem» (com hífen) ou o que está correcto é a utilização das duas palavras ligadas pela conjunção «e», ou seja, «ensino e aprendizagem»? Muito obrigado pelos vossos esclarecimentos.
Bom dia!, bons dias!, bom-dia, etc.
Está correcta a utilização da expressão "bons dias"? Ou devemos usar "bom dia"? Se ambas estiverem correctas em que condições se usa uma ou outra?
O plural de palavras compostas de verbo e substantivo
Em palavras compostas em que o primeiro elemento é um verbo na terceira pessoa do singular do presente do indicativo, e o segundo é um substantivo, sendo ambos unidos por hífen, geralmente este último aparece no plural: saca-rolhas, porta-malas, guarda-volumes, salva-vidas, etc.
O fato de o último estar no plural, mesmo quando a palavra composta ao qual pertence está no singular, parece-me ter um lógica: um saca-rolhas é um instrumento que pode sacar muitas rolhas e não apenas uma rolha; um porta-malas, porta (pode conter) várias malas e não apenas uma; num guarda-volumes, guarda-se sempre mais de um volume; um salva-vidas de praia, ao longo de sua vida profissional, ou mesmo em um único dia, pode salvar muitas vidas humanas.
Casos há, todavia, em que o segundo elemento vem mesmo no singular, quando a palavra composta está no singular, indo ao plural somente quando esta se pluraliza: guarda-roupa, guarda-fato, guarda-louça, lava-louça, lava-roupa. No plural: «dois guarda-roupas»; «cinco lava-louças». Parece ser porque o segundo elemento, embora esteja no singular, tem sentido plural. Exemplificando, roupa pode ser uma peça de roupa como um conjunto de peças de roupa. O mesmo ocorre com louça.
Em guarda-chuva, parece que chuva pode ser a chuva de um momento ou toda a chuva de um período ou ano ou anos. Daí o fato de chuva estar no singular, já que tem também o sentido plural.
É o guarda-sol, e não o "guarda-sóis", pois há somente um sol.
No caso de palavras compostas análogas formadas no Brasil, creio que, às vezes, o segundo elemento está erroneamente no singular quando deveria estar no plural. Isto ocorre porque os brasileiros tendem a dizer as coisas mais no singular do que no plural. Exemplo: mata-burro.
Lembro-me ainda que aquela assombração conhecida como chupa-cabras era chamada de chupacabras no México, e no Brasil era conhecida como chupa-cabra.
Feitas estas considerações, gostaria de vos indagar, ilustres e eruditos consultores, se há alguma regra para manter o segundo elemento no plural ou no singular, quando a palavra composta ao qual pertence está no singular. As observações que fiz acima estariam corretas e seriam esta regra?
Muito obrigado.
O caso de «mais grande»
Qual a melhor maneira de dizer: «mais grande», ou «maior»?
Progressão textual
O que é progressão textual?
O sentido do provérbio «Sol e chuva, casamento de viúva»
Gostaria que me explicassem o sentido do provérbio «Sol e chuva, casamento de viúva».
Obrigada.
Fonética: qua, quo, que e qui
Como se explica a pronúncia de palavras como sequestro, tranquilo e outras, quando se aprende desde a primária que: quo e qua = quociente e quadrado e qui e que = ki e ke, como em quimera e queque?
O significado de imunodeprimido
O que significa «paciente imunodeprimido»?
Caráter/carateres e carácter/caracteres (português europeu)
/caráter/caracteres (Brasil)
/caráter/caracteres (Brasil)
Li no livro de estilo de um grande jornal brasileiro que a palavra «caráter» forma o plural em «caracteres» (assim mesmo, com «c» antes de «t»). Como se explica esta alteração?
