Condicional – tempo verbal do indicativo
Agradecia que me esclarecessem acerca da questão colocada: numas gramáticas aparece o condicional como modo verbal, noutras como tempo verbal do indicativo, chamando-lhe, ainda, futuro imperfeito. Muito obrigada!
«A cavalo dado não se olha o(s)/a(o) dente(s)»
Qual a forma correta do seguinte provérbio: «De cavalo dado não se olha os dentes», ou «De cavalo dado não se olham os dentes»?
No Guia dos Curiosos: Língua Portuguesa (Marcelo Duarte, São Paulo: Ed. Panda, 2003), o autor escreve no título do texto «não se olham», mas no interior do mesmo escreve «não se deve olhar seus dentes».
«Pode ser que...» e «possa ser que...»
Tenho uma colega de trabalho que diz muito no começo de frases "Possa ser ele venha, possa ser que tenha...".
O certo é «possa ser» ou «pode ser»?
Conhecer e reconhecer
Oiço «não te conheci» em vez de «não te reconheci». Soa mal e não uso, mas pode aceitar-se como correcto?
Obrigada.
O predicado verbo-nominal e o predicativo do sujeito
Em resposta apresentada no dia 07/04/2006, referente à pergunta «Gostaria de saber se, nas orações «o professor ministrou a aula lentamente» e «o juiz proferiu a sentença vagarosamente», os termos lentamente e vagarosamente são predicativos do sujeito», a atenciosa consultora ofereceu várias explicações, incluindo esta:
«[...] Os predicados podem ser:
predicado verbo-nominal – existem dois núcleos significativos: um verbo significativo e um predicativo do sujeito. («A Joana sorriu animada») [...]»
Minha dúvida reside no já exaustivamente abordado tópico do predicativo do sujeito. Após ler diversas considerações sobre o tema no sítio do Ciberdúvidas e em gramáticas normativas, concluí que o predicado verbo-nominal existe só quando há um predicativo do objeto (e, para isso, é necessário haver verbos como considerar, julgar, fazer, etc., que pedem complemento). Nos casos em que há predicativo do sujeito e verbo de ligação (ex.: «João é bonito»), o predicado é nominal. Já para os casos em que há um verbo significativo, seguido de um “qualificador” do sujeito, esse “qualificador” corresponde a um aposto, e o predicado é verbal (exs.: «Maria sorriu entusiasmada.» «Maria chegou atrasada.» «Maria olhou o mar, triste.»).
Minhas conclusões podem ser consideradas verdadeiras? Se houver equívoco(s), onde ele(s) está(ão)?
A afirmação da consultora parece destoar de minhas conclusões, visto que, para ela, a frase «A Joana sorriu animada» contém um predicado verbo-nominal e, neste, um predicativo do sujeito («animada»). No entanto, em outras respostas, termos em posição semelhante foram tratados como aposto (ex.: «A rapariga sorriu entusiasmada»).
Outra questão: pode haver predicativo do sujeito sem que haja um sujeito explícito? No Brasil, circula uma conhecida canção que começa assim: «Era uma casa muito engraçada [...].» O sujeito é «uma casa», certo? Mas eu poderia dizer apenas «Era uma casa» ou «Era janeiro» ou «Era um bom homem» e considerar que haja (ou há?) somente predicativo do sujeito?
Quando penso que estou começando a entender o assunto, leio, leio e fico mais confusa. Por favor, ajudem-me. Muito obrigada!
O plural de pombo-correio
Qual o plural de pombo-correio?
A origem da palavra oxente
Quero saber qual é a origem da palavra oxente, que os nordestinos tanto dizem.
Obrigada.
Texto exortativo e texto injuntivo
Gostaria de saber se o texto injuntivo é o mesmo que o texto exortativo. A frase «Defenda a natureza» seria classificada como injuntiva ou exortativa?
Desde já agradeço a atenção.
A preposição por como conector causal e explicativo
Frases do tipo:
«Eu gosto de chocolate, por ser macio e doce.»
Estão correctas? Têm infinitivo pessoal e são conclusivas?
Agradecia resposta a esta pergunta e, se possível, alguma informação adicional acerca do uso de por como conector.
Muito obrigada.
Malaio
Como denominar o habitante da Malásia – malasiano ou malaio? A confusão é devido ao fato de que aqui na Malásia cohabitam 3 raças diferentes (chinesa, indiana e "malaia") mas todos sao "malasianos" (ou malaios) de nacionalidade.
