Atendimento de / atendimento a
A expressão "atender em domicílio" segue a mesma regência de "entregar em domicílio", ou seja, o correto é "atendimento de animais a domicílio" ou "atendimento a animais em domicílio"?
A voz do bode
Qual o nome do barulho do bode?
Os parênteses e o texto citado dentro de aspas
Ao citar passagens de uma obra poética, quando devo utilizar o texto citado entre aspas incluído em discurso parentético?
Devo por exemplo dizer que Caeiro considera que pensar é «estar doente dos olhos»? Se assim for, quando devo incluir os parênteses e o texto citado dentro de aspas?
“Mio Euros” e “KEuros”
Nos últimos tempos, e creio que por influência do inglês (como é habitual), é costume nas empresas utilizar a forma "Mio Euros" para designar "milhões de Euros" e a forma "KEuros" para designar "mil Euros". Fará algum sentido utilizar estas estruturas na língua portuguesa? Obrigado.
Dá-mos/damos
Será dá-mos, ou damos?
A palavra "analfabetização"
Em primeiro lugar, gostaria de saber se existe a palavra "analfabetização". Se existe, penso que não será sinónima de "analfabetismo", ou seja, "analfabetização" corresponderá a um processo de desaprendizagem, a nível da leitura e da escrita, é possível?
Agradeço a vossa atenção!
«Escrever à mão»
A expressão «escrever à mão» tem mesmo crase, como tantas vezes vejo escrita? Se realmente tivesse, teríamos de dizer «escrever ao lápis» em vez de «escrever a lápis», para manter a coerência gramatical. Ou estou enganado?
Pronto-socorro e «pronto atendimento»
Como fica o caso de palavras como "pronto-socorro" e "pronto-atendimento"?
Oralidade no texto escrito
Sou Maria Aparecida. Faço o curso de especialização em Língua Portuguesa. Vocês poderiam me auxiliar no seguinte tema:
A influência da oralidade na produção de texto escrito.
A conjunção e seguida de vírgula antes de expressões adverbiais
Antes de mais, o meu obrigado pelo excelente serviço prestado.
A minha dúvida prende-se com um uso específico da vírgula. Entendo que, numa frase como «sabendo o que tinha de fazer, decidiu agir», deve utilizar-se a vírgula para separar o complemento circunstancial no início da frase. Pergunto-me, no entanto, se o mesmo se passa numa frase como «e sabendo o que tinha de fazer, decidiu agir». Teria de haver obrigatoriamente uma vírgula a preceder a palavra sabendo, ou o «e» inicial, em certos contextos como este, poderá considerar-se parte do complemento circunstancial, não carecendo de uma segunda vírgula («e[,] sabendo o que tinha de fazer, decidiu agir»)? O mesmo seria válido para frases como: «e[,] assim, decidiu agir»/«e[,] então, decidiu agir»/«e[,] por isso, decidiu agir»? Não encontro nada referente a este caso específico, por isso gostaria que me auxiliassem, se possível com a referência a alguma gramática que se tenha debruçado sobre esta particularidade da escrita.
Muito obrigado.
