A pronúncia de escopo e alopecia
Gostaria de saber a pronúncia correta das palavras escopo e alopecia. Acredito que escopo se pronuncia com os dois ós fechados (ex: escôpô), estou certo? Já na palavra alopecia, acredito que a pronúncia seja com o ó fechado e com é aberto (ex: alôpécia), correto?
Agradeço a atenção!
Dá-mos/damos
Será dá-mos, ou damos?
Origem das palavras católico e catolicismo
Gostaria de saber a etimologia das palavras católico e catolicismo.
Sobre a pontuação
Apesar de criado bilingue, frequentei apenas a escola primária e secundária do ensino alemão. Aí aprendi as regras de pontuação, perfeitamente definidas por regras gramaticais. Ao ser confrontado com a língua Portuguesa, apercebo-me, contudo, que os textos não apresentam, muitas vezes, uma lógica, no que diz respeito a pontuação. Dizem-me os "entendidos", que as vírgulas servem apenas para obrigar o leitor a fazer uma pequena pausa... Será verdade? As vírgulas, no Português, não servem para separar frases encaixadas, listagens de adjectivos, etc.?
Títulos. Cor
Quero agradecer mais uma vez a presteza com que vocês têm respondido às minhas perguntas.
Desta vez, gostaria de saber por que jornais e revistas não usam pontos em títulos de matéria, assim como em legendas, tópicos etc., enquanto os anúncios publicitários abusam dos pontos mesmo em frases isoladas. Por exemplo: "Gostoso é viver a magia." Na minha opinião, a frase sem o ponto em anúncios desse tipo ficaria mais elegante e descontraída. Há regra ou convenção a respeito do uso de ponto em frases soltas? Estar-se-ia infringindo alguma regra gramatical se o ponto não fosse utilizado? Outra questão que me causa dúvida, quando tenho de fazer concordância com nomes de cores: o correto é a cor "vermelho" ou a cor "vermelha"?
Coelhada
Existe algum substantivo colectivo para denominar um conjunto de coelhos?
Sobre o pronome (ou determinante) relativo cujo
Perguntei a um egrégio professor acerca do emprego do pronome cujo na seguinte oração:
«A ponte, cuja inauguração foi dia 01/01/02, caiu.»
Segundo o professor que consultei, embora o pronome "cuja" signifique "da qual", não poderia ser utilizado na oração acima, pelo seguinte motivo:
«O pronome cujo deve indicar posse ou inerência de alguma característica», o que não ocorre na frase acima.
Se a resposta exarada acima estiver correta, invalidaria a resposta constante do vosso glossário inerente à frase «É uma notícia ruim para aqueles cujo medo de assalto o levou a adquirir uma arma», pois também não existe relação de posse ou inerência de característica nesta frase.
Solicito, por gentileza, rever o nosso e o vosso parecer, em face das informações que vos apresento, pois, para mim, não se trata de uma questão simples.
Aproveito a oportunidade para dar-lhes os mui merecidos parabéns pelo "site" e torço para que mantenham o excelente nível de atendimento.
Novamente, muito obrigado.
Substantivos: concretos e abstractos
Sou professora de Língua Portuguesa, e admito que a distinção entre o que é um nome abstracto ou concreto está rodeada de alguma indefinição. Em determinadas gramáticas, música é um substantivo abstracto, noutras já é concreto. Qual é a vossa opinião? Outras palavras que levantam dissidência são: hora, século, ano. Gostaria que me fornecessem algumas indicações. Antecipadamente grata.
Designadamente e o uso de vírgulas
Está completamente errado escrever designadamente entre vírgulas?
A expressão «toda a sorte de»
A expressão «toda a sorte de informações» está correcta?
Obrigada.
