que conheci no parque, é simpática»
Análise da frase «A Antonieta, uma rapariga
que conheci no parque, é simpática»
que conheci no parque, é simpática»
Numa aula, surgiu a dúvida em relação à classificação de uma das orações da seguinte frase:
«A Antonieta, uma rapariga que conheci no parque, é simpática.»
A questão prende-se com a oração entre vírgulas.
Se fosse «que conheci no parque», seria uma subordinada adjetiva relativa explicativa, mas, neste caso, como a poderei classificar?
Agradeço a ajuda.
Complementos
Tendo em conta as frases "D. Afonso Henriques lutou contra os Mouros.", "Eu acredito em milagres.", "Ele assistiu à festa." e "O filho obedece ao pai.", gostaria que determinassem a função sintáctica de "contra os Mouros", "em milagres", "à festa" e "ao pai".Já agora, se possível, far-me-iam um grande favor se determinassem a função sintáctica de "contra Romanos", na frase latina "Duces contra Romanos pugnauere.". Mais uma vez, muito obrigado.
Análise sintáctica
Oi, amigos! Aqui estou eu de novo, como sempre, pedindo socorro. Tenho dúvidas em analisar sintaticamente o período: " A intrigante resposta do mestre ao aluno despertou reações". Gostaria de saber em especial, sobre os trechos: "...do mestre.." e "...ao aluno...". "...do mestre..." é complemento nominal? E "... ao aluno..."? Desde já muito obrigada.
«O mesmo» em português europeu
São várias as páginas do Brasil que apontam a utilização pronominal de «o mesmo» como sendo errada, conforme acontece em frases do género:
«O rapaz faltou à escola, porque o mesmo está doente.»
ou em posição final na frase, substituindo algum sintagma antecedente.
Ora, pelas diversas respostas disponíveis na vossa página, não há menção clara de que este tipo de construção seja errada.
Gostaria de perceber o que está errado: a explicação do Brasil ou aquela fornecida em Portugal?
Grata pela vossa ajuda.
A grafia de ecoílha
Gostaria de perguntar se é correcto escrever "ecoilha" ou "ecoílha".
Encontrei uma explicação que dá "ecoílha" como a forma certa, mas, entretanto, em documentos oficiais e legislação, encontro apenas o uso de "ecoilha", sem acento agudo.
Obrigada.
O anglicismo grawlix e os filactérios da banda desenhada
A minha pergunta é curta e diz respeito ao conceito grawlix (pl. grawlixes), que consistem em «typographical symbols standing for profanities, appearing in dialogue balloons in place of actual dialogue» [ «símbolos tipográficos que representam obscenidades e que em cartunes e banda desenhada aparecem dentro dos balões em lugar das palavras realmente proferidas»].
Temos um conceito equivalente em português, ou o original já circula como empréstimo?
Nasalização:
Qual o fenómeno fonético existente na passagem de "assi" para "assim"?
Presença ou omissão do artigo definido com plurais
Gostaria de saber se é correto o uso do artigo após os verbos referidos.
Por exemplo: «adoro desportos» ou «adoro os desportos»? «Gosto de filmes de terror» ou «gosto dos filmes de terror»? «Odeio pessoas arrogantes» ou «odeio as pessoas arrogantes»?
Já vi das duas formas e não sei qual seria o correto, ou se há contextos em que usamos o artigo e outros em que não. Nesse caso, gostaria de conhecê-los.
Muito obrigada pela ajuda.
Garular e garolar, variantes de garrular
Relendo a Balada da Praia dos Cães, de José Cardoso Pires (1925-1998), encontrei na página 41 da 2.ª ed., a seguinte frase:
«Silêncio à volta perpassado de mil ruídos (...) o garolar duma cabra, (...).»
Nos meus dicionários, "garolar" não aparece.
Gostava de saber se foi termo inventado pelo autor, se é gralha, ou se o defeito é dos meus dicionários.
Obrigada.
O uso de géneros (alimentação)
Gostaria de saber qual a origem da palavra géneros presente na expressão «pagar em géneros» (exemplo: artigo 1530.º, n.º 3 do Código Civil).
Grata pela atenção.
