DÚVIDAS

Gerúndio: «qual fantasma, os olhos cintilando no escuro»
Gostaria de saber se, em bom estilo literário de língua portuguesa, são aceitáveis construções como as que seguem (refiro-me às orações [que finalizam as frases], com o gerúndio, tão comuns no inglês): «O matuto ficou ainda um instante perto da vítima, qual fantasma, os olhos cintilando no escuro.» «Tito ia à frente, seguido dos companheiros, os punhais cintilando na escuridão.» Se possível, poderiam dar-me exemplos tirados dos melhores autores? Agradecido desde já.
O anglicismo grawlix e os filactérios da banda desenhada
A minha pergunta é curta e diz respeito ao conceito grawlix (pl. grawlixes), que consistem em «typographical symbols standing for profanities, appearing in dialogue balloons in place of actual dialogue» [ «símbolos tipográficos que representam obscenidades e que em cartunes e banda desenhada aparecem dentro dos balões em lugar das palavras realmente proferidas»]. Temos um conceito equivalente em português, ou o original já circula como empréstimo?
Análise da frase «A Antonieta, uma rapariga
que conheci no parque, é simpática»
Numa aula, surgiu a dúvida em relação à classificação de uma das orações da seguinte frase: «A Antonieta, uma rapariga que conheci no parque, é simpática.» A questão prende-se com a oração entre vírgulas. Se fosse «que conheci no parque», seria uma subordinada adjetiva relativa explicativa, mas, neste caso, como a poderei classificar? Agradeço a ajuda.
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