«Ter medo de» + infinitivo
Na CNN Portugal li a frase seguinte : «Tínhamos medo de viajar e sermos atingidos...»
Podia dizer-me como é que o escritor decide usar o segundo verbo no infinitivo pessoal ("sermos", e não "ser"), enquanto o primeiro verbo está no infinitivo ("viajar", e não "viajarmos") ?
Beco do Brangala (Madeira)
Gostaria de descobrir mais informação acerca de um topónimo que é o Beco do Brangala, nome que parece ser único entre a toponímia portuguesa. Tenho neste momento duas "teorias": que Brangala tenha por base um antropónimo, provavelmente um patronímico, mas não consigo encontrar mais informação acerca da sua origem. Uma busca pelo Dicionário Corográfico do Arquipélago da Madeira também não me apresentou qualquer referência; e/ou que é uma corruptela de bangala, referindo-se a um individuo em particular pertencente a esse povo. Podem ajudar-me, por favor?
Orbitar
Gostaria de saber se existe a palavra orbitar. Foi utilizada por um aluno num teste, mas não consta dos dicionários da "Texto" e da Porto Editora.
Dulçaquila
Dulciaquícola ou dulçaquícola? Encontro com frequência esta palavra escrita de duas maneiras, «dulciaquícola» e «dulçaquícola». Qual é a forma (mais) correcta?
A origem do topónimo Chouso
Qual a origem do topónimo Chouso: «Rua do Chouso»?
Obrigado.
«Não percebo nada de informática»
Precisava de ajuda para esclarecer as funções sintáticas presentes na frase "Não percebo nada de informática."
Assim, pedia a vossa colaboração para responder às seguintes questões que surgiram em sala de aula:
1. O constituinte "de informática" é complemento oblíquo e "nada" (assumido como advérbio de quantidade e grau, tal como "muito" e " pouco") é modificador do grupo verbal?
Ou 2. podemos considerar que o complemento direto é a expressão "nada de informática", ainda que não possa ser substituída pelo pronome de complemento direto, (a frase "Não o percebo.", não sendo agramatical, não tem o mesmo significado)?
Parece-me mais ou menos claro que, se omitíssemos um destes constituintes e tivéssemos frases como:
1. "Não percebo nada."
2. "Não percebo de informática."
o constituinte "nada" seria o complemento direto, na frase 1. e "de informática" o complemento oblíquo na frase 2. Ou estarei enganada?
Agradeço, antecipadamente, a vossa colaboração. i
Imperfeito e presente no discurso indireto
Na sequência da elaboração de uma ata, houve uma correção e substitui-se tinham por têm no seguinte enunciado:
«O presidente da reunião referiu que as atribuições tinham / têm de ser muito criteriosas.»
Gostaria de saber qual a forma mais correta.
Obrigada.
Antecipadamente grata.
«... (onde/aonde) meu amo não tenha mandado te procurar»
Na frase abaixo, qual advérbio melhor se emprega: onde ou aonde?
«Pela vida de Javé, teu Deus, não há nação nem reino aonde (onde) meu amo não tenha mandado te procurar (...)»
Obrigado.
O nome Kaila
Gostaria de colocar o nome Kaila à minha filha, mas o mesmo não consta na lista dos admitidos em Portugal. Em consulta ao registo civíl, foi-me respondido que o vocábulo era de não admitir por não ser português. Numa pesquisa efectuada na Internet, encontrei ligação entre o nome e a cultura celta. Gostaria de saber se posso argumentar com base nesta relação ou se têm alguma informação útil que me possam facultar.
Muito obrigada.
A acentuação de capsaicina
Gostaria que me informasse se a palavra acima mencionada (constituinte da pimenta) se escreve com ou sem acento.
