Quando muito e não "quanto muito"
Sempre julguei que se dizia "quando muito", mas já encontrei pessoas que utilizam "quanto muito", quer na expressão oral quer na expressão escrita. Em particular, tenho visto que as duas formas ocorrem nos jornais. Qual delas é a forma original?
Expressão do futuro: fará, vai fazer, irá fazer
Tenho uma pergunta que me incomoda há muito tempo: nas frases abaixo, que me parecem mais ou menos iguais, utilizam-se diferentes formas verbais para expressar uma mesma ideia. Refiro-me às expressões «irá fazer», «vai fazer», «fará».
Exemplos:
a) Nesta comunicação, a ministra irá fazer um ponto da situação da pandemia em Portugal.
b) A ministra da Saúde vai fazer na sexta-feira um ponto da situação da pandemia de covid-19.
c) A ministra da Saúde fará amanhã [sexta-feira] um ponto da situação da pandemia.
Façam o favor de me explicarem a diferença – quando se utiliza cada uma destas locuções verbais? –, e de acompanharem de exemplos as vossas explicações.
Desde já, agradeço a vossa reposta.
Acerca da palavra matricida
À semelhança das formas masculinas parricida/patricida, também se pode dizer marricida/matricida?
É que li a palavra "marricida" no Sol, numa notícia sobre um homem que matou a própria mãe, mas não a encontro em mais lado nenhum. Nem nos dicionários, nem na Internet...
Muito obrigado.
«Não perca!»
Meu nome é Simone e tenho uma dúvida a respeito do uso da palavra "perca"; é correto utilizá-la na seguinte frase: «Não perca! Use seu talento, inscreva-se já.» Desde já, agradeço.
Sobre o verbo envidar
Gostaria de vos colocar a seguinte questão: o verbo envidar é transitivo, logo, não prescinde de complementos directo e indirecto; resta saber se é um verbo cativo de um complemento fixo, o que se traduz numa expressão idiomática, ou seja, «envidar esforços»; para concluir, é legítimo utilizar outros sintagmas, tais como, «envidar os meus cuidados», «envidar o meu desprezo», etc.?
Agradecido, desde já, pelo envide dos vossos esforços na solução das nossas dúvidas.
Mais mal ou pior?
No domingo, dia 28 de Setembro [de 2003], lia-se em título no jornal “Público”:
«Trabalho faz cada vez mais mal à saúde».
Ora, considerada a minha aprendizagem já um pouco antiquada, eu usaria o adjetivo pior em substituição de mais mal. No entanto, e depois de consultar a vossa página, ainda fiquei mais confusa!
Pergunto: será que, também neste exemplo, poder-se-á dizer/escrever das duas formas? (tenho plena consciência da evolução da língua, mas não se estará a cair em laxismos linguísticos?)
Grata pela vossa ajuda/esclarecimento.
A diferença entre dar e doar
Gostaria de saber qual a diferença entre as palavras dar e doar.
Obrigado.
«Cepa torta»
Deve escrever-se "cepa-torta", ou "cepa torta", ou "sepa torta"?
Regências: «partilhar de», «compartilhar de»
Numa resposta anterior sobre «partilhar e compartilhar», apresenta-se um exemplo que tem justamente que ver com a minha dúvida:
«Homens e mulheres, apesar de diferentes, partilham da mesma essência.»
A minha dúvida prende-se com o «da»: porque não «partilham a mesma essência»?
Obrigado.
Bunda
Tenho tido enorme dificuldade em achar um dicionário de quimbundo. Por isso, busco na Internet alguma ajuda. Há dias, encontrei um "site" onde li que a palavra "bunda", em quimbundo, significa «uma maneira estropiada de se exprimir». Isto está correto?
