Gentílicos das capitais da Argentina e do México
Quais são os respetivos gentílicos das capitais da Argentina e do México?
Isso no idioma português. Sabem me dizer na realidade?
Muitíssimo obrigado e um grande abraço!
A concordância com um substantivo epiceno («a hiena é meu empregado»)
Numa fábula que li aparece a seguinte frase: «A hiena é meu empregado e faz o que lhe mando.»
A minha dúvida prende-se com o género do adjectivo relativamente ao nome que é epiceno.
O uso de si como 2.ª p. do singular
Pensava eu que só em Portugal se dizia «Para/a si, de si, por si, consigo» fora do valor reflexivo, mas leio Nelson Rodrigues e tenho uma surpresa com a reprodução dum diálogo:
«Dr. Alceu, reze menos por mim. Se quiser, não reze nada. Mas seja meu amigo. Apenas isso: — meu amigo. E, se insiste em rezar, vamos fazer uma permuta: o senhor reza por mim e eu rezo POR SI.»
A crônica foi escrita em dezembro de 1967, mas o facto deve ter ocorrido uns dez anos antes, pelo que conheço do coleguismo de Alceu Amoroso e Nelson Rodrigues.
A primeira pergunta é: o autor estava imitando um procedimento típico de Portugal ou já existia no Rio à época? Fico um tanto dúbio porque até a primeira metade do século XX lá ainda se usava a segunda pessoa do singular corretamente. Quando surgiu este valor do pronome si em Portugal? Isto é, quando deixou de ter só valor reflexivo?
Classificação de orações
Na frase «Devo a minha vida a meus pais, que ficaram maravilhados com o meu nascimento, e também ao nosso grande amigo médico Luís que assistiu ao parto e evitou que eu morresse», a oração «Devo a minha vida a meus pais e também ao nosso grande amigo médico Luís» pode ser considerada oração subordinante, e as orações «que ficaram maravilhados com o meu nascimento» e «que eu morresse», subordinada relativa explicativa e subordinada integrante, respetivamente?
Offshore = «zona franca fiscal», «paraíso fiscal»
Há tradução para offshore?
Obrigado.
Cantigas e vilancetes
Há vários manuais do 10.º ano que, naturalmente, contêm poemas em redondilha de Camões. Todavia, existem diversos vilancetes que, nos referidos manuais, contêm a designação cantiga a encimá-los. Gostaria de saber a razão por que tal sucede: classificam-se como vilancetes, mas os manuais intitulam-nos "cantigas".
Muito obrigado!
Nomes deverbais sufixados com -mento
Na palavra reaparecimento, como será a análise morfológica?
Prefixo "re-", radical "aparec” sufixo “i + mento”? Isto porque em reaparece não existe “i” e interpreto que o “i” não pertence ao radical.
Se me puderem esclarecer, agradeço.
Ecce homo
Temos na minha terra, Padornelo, Paredes de Coura, a Capela do Senhor Ecce Homo, do século XVIII. Agora, há meia dúzia de anos, foi ali colocada uma placa com os dizeres «Ecce-Homo» (com hífen), que penso estar errada, na medida em que a forma registada nos dicionários, enciclopédias (e até na antiga placa toponímica) é Ecce Homo. Penso até que esta locução latina não pode levar hífen pelo facto de os antigos romanos não fazerem uso de hífen. Assim, pergunto: qual a grafia correcta, "ecce homo", ou "ecce-homo"?
É importante lembrarmo-nos
Oiço muitas vezes o verbo lembrar ser conjugado de duas formas distintas, nomeadamente:
- É importante lembrar-nos de que a história não se deve repetir.
- É importante lembrarmo-nos de que a história não se deve repetir.
Estão ambas válidas? "Lembrarmo-nos" está correto?
Obrigado.
«Cuidados de saúde primários»
«Cuidados de saúde primários», ou «cuidados primários de saúde», qual é a forma gramaticalmente correcta e porquê? E no caso de «cuidados de saúde secundários ou terciários», não deveria ser «cuidados secundários ou terciários de saúde»?
Grato por qualquer esclarecimento que me possam prestar.
