Amanhã compro um livro
Agradeço que me confirmem se existe uma excepção à regra de passar o discurso directo para o indirecto, vertendo o verbo no presente para o pretérito perfeito e para o condicional, como por exemplo: discurso directo: fala de José - «-Amanhã compro um livro.». Discurso indirecto: «José disse que compraria um livro amanhã». Excepção: como a acção ainda se não esgotou, posso escrever: «José disse que vai comprar um livro amanhã.»?
Falta de adequação comunicacional
Na sua opinião, alguns problemas de comunicação interna podem estar relacionados com a falta de adequação do nível de linguagem às situações ou aos interlocutores? Você teria algum exemplo profissional ou particular para citar?Grata.
A introdução dos vocábulos absconso e fax no português
Num livro de 11.º ano aparece, entre outras formas de criação de neologismos, a recuperação etimológica. Tenho uma ideia do que seja, mas gostaria de confirmar e sobretudo de encontrar alguns exemplos. É possível ajudar-me?A expressão em causa […] aparece na página 21 do livro da Asa Das Palavras aos Actos, 11.º ano, de Ana Maria Cardoso, Célia Fonseca, Maria José Peixoto e Vítor Oliveira. Aparece conjuntamente com outras modalidades de criação de neologismos e diz apenas e textualmente: Recuperação etimológica – absconso, fax (de fac simile)
O barroco literário
Em que consiste o barroquismo na Literatura Portuguesa?
O nome dicotomia
É correcto dizer «dicotomia de estatutos»?
A pronúncia do topónimo Rossas
Em Vieira do Minho existe uma freguesia chamada Rossas. Alguns habitantes pronunciam-na como "Rôssas", outros, "Róssas". Qual delas está certa? Grato pela atenção que possam dispensar.
Alfabetização
Tenho uma sobrinha com 13 anos de idade que cursa a oitava série.
Minha sobrinha é criativa, porém percebo que comete gravíssimos erros de grafia, troca com frequência s por c, s por z. Acredito que possam ter ocorrido problemas na alfabetização. Gostaria de que me indicassem a melhor maneira de ajudá-la. Temos como reverter este problema? Já informei a professora de português (me admira muito que ela não perceba) e no entanto ela diz que é próprio da idade. Será isso real? Tenho receio de que o tempo apenas agrave o problema.
Espero sinceramente que os senhores possam orientar-me.
Serei eternamente grata.
Construção perifrástica, futuro e probabilidade
Li, num livro, que o futuro normalmente está ligado a uma suposição e não a uma certeza, estando associado, por conseguinte, a uma probabilidade. Porém, o futuro não pode ser utilizado para expressar certeza?
Consideremos o seguinte enunciado: (I) Ele irá conseguir. Neste caso, (I) expressa uma certeza ou uma suposição?
E, agora, consideremos um enunciado semelhante: (II) Ele vai conseguir. Em (II), expressa certeza ou suposição?
O que me responderam foi que o (I) expressa suposição e o (II) certeza, devido ao tempo utilizado. Porém, em (II), o presente não adquire valor de futuro?
Agradeço a vossa preciosa ajuda para decifrar os mistérios da nossa tão vetusta e opulenta língua.
Farmeiro
Por uma questão de "trocadilho" no trabalho que tenho em mãos, dava-me jeito usar o (possível?) neologismo farmeiro.
Agradeço uma opinião sobre o assunto.
A origem de Paraduça
Queria fazer uma pergunta relacionada com um topónimo: Paraduça. Poderão indicar qual a génese da palavra? Muito obrigado.
