Introdu-las e introduze-as
Estou com dúvidas relativamente à utilização escrita e falada do verbo introduzir na seguinte forma: "introdu-las" ou "introduze-as"?
Obrigado.
O topónimo Cancelinha
Na minha freguesia existe uma rua denominada «rua da Cancelinha». Qual será a origem deste topónimo? É frequente este topónimo em Portugal? Pessoas idosas me disseram que em tempos não havia rua neste local, apenas uns campos com um caminho, cuja entrada era vedada com uma cancela! Poderá ser esta a origem do topónimo referido ou haverá outra explicação?
Obrigado.
«Pessoa de óculos» = «pessoa com óculos»
O correto é «pessoa de óculos», ou «pessoa com óculos»?
O verbo logar-se
Gostaria de saber a regência verbal de logar(-se): "logar(-se) em" ou "logar(-se) a"?
A palavra indispensabilidade
Existe a palavra indispensabilidade?
Crepes Suzette
Vejo escrito em textos de gastronomia «crepes suzette». Não deveria ser «crepes Suzette» (como, por exemplo, «bacalhau à Gomes de Sá» e «amêijoas à Bulhão Pato»)? Os crepes não derivam de uma gaulesa Suzette, que lhes deu o nome (a exemplo dos «pêssegos Melba», assim chamados em homenagem à cantora lírica homónima)?
Amanhã compro um livro
Agradeço que me confirmem se existe uma excepção à regra de passar o discurso directo para o indirecto, vertendo o verbo no presente para o pretérito perfeito e para o condicional, como por exemplo: discurso directo: fala de José - «-Amanhã compro um livro.». Discurso indirecto: «José disse que compraria um livro amanhã». Excepção: como a acção ainda se não esgotou, posso escrever: «José disse que vai comprar um livro amanhã.»?
Coordenou / coordenara
No seguinte período do obituário de António Houaiss, que o Ciberdúvidas transcreveu do diário português Público, o emprego de uma forma verbal faz-me hesitar.
Cito: «Foi sepultado ontem (8/3/99), no Mausoléu da Academia Brasileira de Letras, no Rio de Janeiro, o filólogo António Houaiss, que coordenou, no Brasil, as negociações que geraram a polémica proposta de acordo de unificação ortográfica da língua portuguesa.»
Não seria melhor se empregássemos o pretérito mais-que-perfeito (coordenara, em vez de coordenou)? Como está, em idêntico registo de tempo, António Houaiss foi sujeito de duas acções que, na realidade, se verificaram, e tinham de verificar, em dois períodos distintos: a coordenação das negociações e a sua própria morte.
Agradeço o esclarecimento.
Oração subordinada adverbial
O que é oração subordinada adverbial modal? Exemplifique, se faz favor!
A origem de periclitante
Qual a origem da palavra periclitante?
Obrigada!
