A função sintáctica de «de novo» na frase «Obedeceu de novo»
Qual a função sintáctica exercida pela locução adverbial «de novo» na frase «Obedeceu de novo»?
Obrigada.
A forma “particionar”
Não encontro dicionarizadas as palavras “particionar” e “particionamento”, relacionadas com «o acto de decompor em partições», o que me causa estranheza. Podem elucidar-me se estes termos, de uso corrente em Matemática, estão bem escolhidos, já que me parecem perfeitamente justificados quanto ao sentido que pretendem retratar?
Electrosserra
Qual a grafia correcta: "electrosserra", ou "electro-serra"?
Obrigada.
«A Parede» (Cascais, Portugal)
Qual a maneira correcta: «praia da Parede», ou «praia de Parede»?
«O cálculo se processa...»
É correto escrever «o cálculo se procede da seguinte forma...»?
Merologia
Os vários dicionários de português registam «merologia» e não «mereologia», o que me parece errado. É sobre isso que procuro esclarecimento: Os três motivos que me levam a defender «mereologia» contra «merologia» são os seguintes:
1. A origem grega da palavra (meros+logos) é semelhante à origem de «teleologia» (telos+logos); 2. A palavra inglesa correspondente é «mereology»; 3. A definição comum a todos os dicionários portugueses está errada, ou corresponde a outro conceito que não o de mereologia. A mereologia não é um «tratado elementar de qualquer ciência ou arte» (Dicionário da Porto Editora; os outros apresentam definições equivalentes), mas antes a ciência formal que estuda as relações lógicas entre as partes e o todo. O tipo de questões que esta ciência ou subdisciplina filosófica enfrenta é o seguinte: que propriedades das partes de um todo são também propriedades do todo (e vice-versa) e que propriedades das partes de um todo não são propriedades do todo (e vice-versa)?
Tenho frio nos pés
Como é que se diz: "tenho frio aos pés" em vez de "tenho frio nos pés"?
A pronúncia de solinho
Diz-se foneticamente "sulinho" ou solinho?
Pombalismo
Em confronto com revisores e dicionários, entendo que o termo Pombalismo, enquanto aplicado ao período específico de governação de Sebastião José de Carvalho e Melo, conde de Oeiras e marquês de Pombal, deve ser escrito com maiúscula, ou em caixa alta, no jargão dos tipógrafos cujo uso preservamos. Não apenas por assim surgir na historiografia, mas pela razão muito simples de a palavra representar um tempo específico, rigorosamente balizado, irrepetido e irrepetível, isto é, único, específico, individualizado. Trata-se, portanto, de um nome próprio. Sabemos desde a escola primária qual a regra que rege a grafia de substantivos próprios... Que me têm a dizer sobre isto?
Linguaragem
Recorro várias vezes ao Ciberdúvidas sempre para aprender qualquer coisa e agradeço-vos o facto de terem continuado esta iniciativa do saudoso Carreira Bom. Acontece que esta dúvida que me traz junto de vós julgo não ter sido ainda tratada. É a seguinte: existe a palavra "linguaragem"? Se existe, qual o seu significado? Linguagem do povo? Calão? Linguagem mal falada?
Agradeço desde já.
