DÚVIDAS

Relação grafia/fonia no século XVII
1. Nos textos seiscentistas, a grafia -mm- (e.g., «epigramma», «flamma», «immovel», «immortal», etc.), para além de poder estar alicerçada em razões etimológicas, indicaria que a vogal precedente era foneticamente mais intensa ou tão-só nasalada? 2. Ainda no mesmo século, ao artigo indefinido masculino «hum» (ou «hú»*) correspondia a forma feminina «húa»*. [* Não me permitindo o sistema a inserção do til, optei pelo uso do acento agudo.] 2.1. Sem fundamento etimológico que lhe assistisse, valeria o h- como marca de aspiração? 2.2. O til que recaía sobre o -u- da forma feminina do artigo seria um sinal de elisão do -m- ou de nasalização dessa vogal? Os meus sinceros agradecimentos.
O valor conjuntivo do ou
Sou estudante e gostaria de saber qual o valor da conjunção «ou» no texto: «As aprendizagens ligadas a componentes do currículo de carácter transversal ou de natureza instrumental, nomeadamente no âmbito da educação para a cidadania ou da compreensão e expressão em língua portuguesa, constituem, numa perspectiva formativa, objecto de avaliação em todas as disciplinas.» Este «ou» equivale a «e»? Seria possível clarificarem este texto? Obrigada!
ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de LisboaISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa