O feminino de mestre-escola
Qual é o feminino de mestre-escola?
Muito obrigada desde já.
Caritas portuguesa ou Cáritas portuguesa?
Na designação da instituição, deve-se utilizar o nome próprio aportuguesado Cáritas ou Caritas?
O adjetivo eudemónico
Poder-se-ão considerar corretos estes dois termos (que são usados como referências ao conceito de bem-estar): "eudaimónico" e "eudemónico"?
Por exemplo, na Infopédia, não se encontra o termo "eudaimónico", mas apenas o termo "eudemónico". Já uma pesquisa no Google pelo termo "eudaimónico" devolve 14100 resultados, ao passo que a pesquisa do termo "eudemónico" devolve menos 2800 resultados (i.e., 11300).
Submarinho e submarino
Qual é o mais correcto? Diz-se «sistema de produção submarino» ou «sistema de produção submarinho»?
A construção «entende-se por»
Escrevo para tirar uma dúvida sobre a forma mais apropriada de interpretar a expressão «entende-se por» em períodos como este:
«Entende-se por poder de polícia a atividade que regula uma prática.»
Nesse tipo de período, a partícula se está marcando um caso de voz passiva ou de sujeito indeterminado?
A presença da preposição por parece apontar para sujeito indeterminado, mas o verbo entender pode ser transitivo direto e indireto e há um sintagma não iniciado por preposição («a atividade que...») que poderia fazer o papel de sujeito da passiva, ainda que não venha logo após a partícula.
Por outro lado, montar essa frase com o possível sujeito na posição que habitualmente ocupa em passivas sintéticas me parece pouco natural («Entende-se a atividade que regula uma prática por poder de polícia»), fora a questão de que, nas construções passivas, a preposição por costuma introduzir agente da passiva, mas esse não é o caso em períodos que usam «entende-se por».
Essa dúvida surgiu no trabalho, quando estávamos discutindo se o verbo entender deveria ir para a terceira do plural em um caso como este: «Entendem-se por poder de polícia as atividades que regulam uma prática.»
Obrigado.
Focalização de constituinte e pronome átono numa frase
Na frase «Todas as bolas que invadiam seu quintal, ela não as devolvia», é possível excluir o termo «as» sem alterar o sentido do texto e sem cometer erro gramatical?
Em Carregal do Sal
Li há dias um título de jornal que dizia mais ou menos isto: «Comboio e máquina chocaram em Carregal do Sal.» A preposição está bem aplicada? A escolha de no ou em Carregal é meramente facultativa ou obedece a regras? Em Lisboa fica bem. Mas em Porto? Em Carregal? Em Barreiro? Em Amadora? Etc....
O valor modal do imperfeito: «não sabia que tinha...»
Por que a maior parte das pessoas conjuga os verbos nos tempos errados?
Por exemplo:
«Eu queria ir ao cinema com você!»
[queria é só se desistiu de querer por alguma circunstância ou se não tem mais condições de continuar querendo, porque já não dá mais tempo ou já não dá mais certo, ou seja, é quero nesse caso aí...]
«Eu não sabia que você tinha toda essa habilidade!»
[tinha é só se deixou de ter por alguma circunstância do destino ou se abandonou o que já tinha, ou seja, é tem nesse caso aí...]
Fiz a busca no Google (para ver se esclarecia de vez a respeito das dúvidas...), e isso só tornou o caso ainda mais confuso e desorientado!
Pois muito bem, no aguardo de seu retorno!
Adjetivo vs. nome: «O meu amigo é inglês/ professor»
Nas frases «O meu amigo é inglês» e «O meu amigo é professor», temos inglês como adjetivo e professor como nome, se não me engano.Tenho dificuldade em compreender porquê.
Julgo não poder usar inglês numa comparação como «O João é mais inglês do que o Paulo», tal como não posso dizer «O João é mais professor do que o Paulo», pois ou se tem a nacionalidade inglesa ou não.
Não posso dizer «muito inglês» neste sentido, como poderia afirmar de um adjetivo, tal como «muito bonito».
Como reconhecer quando inglês funciona como nome ou como adjetivo?
Muito obrigado pelo esclarecimento.
A vírgula entre a oração subordinada e a oração subordinante
«Ideia abandonada, porque os pagamentos por Multibanco ao Estado estão sempre avariados.» Está correcta esta vírgula?
