Sonoplastia
O que é sonoplastia? Vi num jornal um anúncio referente a um curso com o nome acima citado, mas sinceramente desconheço o significado de sonoplastia!
A origem do topónimo Telheira (Rua da Telheira, Matosinhos, Portugal)
Sobre o topónimo Rua da Telheira, este nome estará relacionado com a existência de alguma fábrica/olaria, no local, ou poderá ter outro significado?
O uso de minúscula inicial em lei (leis científicas)
Quando estamos a referir leis físicas, devemos apresentar «Lei de Newton», ou «lei de Newton»?
Ainda a propósito de humanitário
Antes de tudo, meus parabéns ao website pelas excelentes contribuições no que diz respeito aos usos da língua portuguesa. Sei que já houve publicações, no Ciberdúvidas, do assunto de que trataremos, mas, dado o uso cada vez mais amplo da expressão em pauta, gostaria de relançar a questão.
Em vários meios, sobretudo na imprensa e também em textos de ONG, vem sendo empregada, há um significativo tempo, a expressão «crise humanitária» (p.ex.: «Agrava-se a crise humanitária de refugiados na Europa»), com a acepção de uma situação de grande emergência, na qual se acha em perigo a vida de grande número de pessoas, de modo que se torna necessária a mobilização, por vezes extraordinária, de recursos de ajuda. Dicionários e os usos originais registrados do adjetivo humanitário, por sua vez, se referem a ações positivas em relação ao homem, em seu favor (o Houaiss, p.ex., numa de suas acepções para esse adjetivo, traz: «que ou aquele que se dedica a promover o bem-estar do homem e o avanço das reformas sociais; filantropo»). O Dicionário Caldas Aulete on-line, na acepção 2 da entrada confim, traz, por lapso ou não, a seguinte citação de um website como exemplo de uso do verbete, sendo que aí aparece a expressão de que estamos tratando: «As minorias étnicas birmanesas deslocadas no confim com a Tailândia estão vivendo uma grave crise humanitária.» (portasabertas.org.br, 'Direitos humanos violados e expulsão das minorias étnicas', 20/12/2004).
Considerando a semântica original de humanitário, muitos têm desaconselhado ou condenado a expressão «crise humanitária», visto não se tratar de crise em prol do ser humano. Por outro lado, o uso e o reuso têm difundido largamente a expressão, como se pode constar numa visita a jornais impressos ou on-line, por exemplo.
Minha dúvida é: na língua culta, deve-se ou não fazer uso da expressão «crise humanitária»? Ou se deveria empregar «crise humana», por exemplo?
Obrigado pela gentileza da atenção!
«Escravo do seu bel-prazer»
Veja-se este trecho da canção "Minha Vida", de Lulu Santos:
"(...)
A garota mais bonita
Também era a mais rica
Me fazia de escravo do seu bel-prazer
(...)."
A dúvida: se fosse um texto formal, seria possível utilizar-se a expressão "do seu bel-prazer". Há isso na língua culta padrão? Não seria melhor "ao seu bel-prazer"?
Qual a diferença entre uma expressão e outra, se é que ambas existem?
Como e como se
Normalmente, leio em alguns livros, sobretudo os mais antigos, qualquer coisa como isto:
«e como lhe tivesse dito, ela foi-se logo embora.»
E a minha dúvida é seguinte: não falta ali um se, ou ele é omitido de propósito pelos autores?
"Firewall" / antepara / corta-fogo, de novo
No vosso artigo “Firewall” / antepara / corta-fogo advoga-se o uso do termo "corta-fogo" como possível tradução do verbete "firewall" de uso generalizado no vocabulário da segurança informática. Sendo eu próprio um profissional desta área, e muito embora me afaste do clube dos que preferem o nacionalismo à clareza e à portabilidade dos termos, sou firme defensor de que mais vale tradução nenhuma do que uma má tradução. Assim sendo, venho exprimir as minhas reservas quanto ao uso do termo, e que são como segue: A acepção corrente de "firewall" vai no sentido de esta constituir uma "barreira de fogo" que impede certo tráfego de penetrar através dela. A "firewall" não serve para evitar o fogo, mas é ela própria uma parede de chamas que defende quem com ela se protege. Assim, embora se possa advogar que, visto por outro prisma, "corta-fogo" faça sentido (protege quem está cá dentro do fogo que vai lá fora...), creio ser possível encontrar traduções mais felizes e que não distorçam o sentido da palavra. Quanto á "antepara", não lhe levanto a mesma objecção, mas acho a palavra tão feia, tão genérica e tão pouco evocativa que não me parece que venha a colher grande aceitação. Permito-me sugerir que se procure um termo mais evocativo, mais figurativo, mais em linha com o pensar e o sentir que rodeia a segurança: qualquer coisa no sentido de "muro", de "fronteira", de "controle"; "fosso" não serve, mas talvez "barbacã", ou até "muralha"... A vós, que destas coisas sabeis tanto, vos deixo o desafio de retomar o assunto!
Idiotismo
Qual é a origem da palavra «idiotismo»?
Concordância verbal: «Onde ficam os bombeiros?»
Gostaria de saber se na seguinte frase devemos fazer concordância ou não? Qual delas está correta?
«Onde fica os bombeiros?»
«Onde ficam os bombeiros?»
Obrigada.
Sobre o termo tartã
Primeiro que tudo, parabéns pelo vosso 9.º aniversário.
As pista de corrida e também os campos de ténis sintético são de “tartan” ou “tartã”?
Como é que se grafa?
