DÚVIDAS

Inexistir (2)
A propósito de "inexistir" e da "lei do menor esforço", T.A. acaba por admitir a legitimidade de, quem quer que seja, formar novos termos, desde que não atropelem a gramática.Conclui pela correcta formação do termo "inexistir", admitindo-o como não usual e não registado nos dicionários.Continuo, apesar disto, de acordo com as Respostas Anteriores onde se afirma, que "a forma negativa de existir é não existir".De seguida, T.A. tece considerações quanto à clareza da linguagem forense e questiona da ofensa à Língua e aos direitos dos cidadãos.Pergunta: a) no entender da ilustre filóloga há diferença entre a linguagem forense e a da administração pública?b) Havendo diferença, onde se situa ela?c) Se se situar no âmbito do que é habitual, que norma deve ser escolhida, de forma a que, sem atropelos da Língua Portuguesa, se garanta a defesa dos direitos dos cidadãos: a da administração pública ou a do foro?
Ainda a origem e o significado de Linhares
Referente á carta de Pedro Linhares de Braga (28/01/2009) e que Carlos Rocha, coma sempre, respondeu e esclareceu brillantemente, quixera, de forma máis comprida, agregar un miúdo comentario. Así é ben seguro, logo, que os que levan o apelido Linhares (Liñares) terán que ver na súa orixe con algunha das moitas localidades que tanto en Portugal como en Galicia existen co citado nome tal como Carlos Rocha indicou coa súa perene lucidez. Mais tamén é ben certo que ese topónimo, por súa vez, lle vén dado pola relación existente con algún liñar ou linhar (linnar, en grafía máis enxebre) que é un tipo de terreo no que se bota (sementa) liño/linho, vexetal que en tempos non moi remotos era fundamental para a elaboración da roupa e, en consecuencia, o feito de o sementar era bastante corrente. Transmito-vos a miña admiración polo voso traballo. Recibide un afectuoso abrazo.
O neologismo bilhética
Notícia do jornal “O Primeiro de Janeiro” de 20/10/2006: «Nova bilhética na STCP No dia 1 de Janeiro do próximo ano toda a rede da STCP estará equipada com o sistema intermodal. A partir de hoje arranca uma fase de transição que permitirá aos clientes aderir à nova bilhética sem contacto. O passe e as senhas tradicionais vão acabar.» Gostaria de saber se a palavra “bilhética” existe, dado que a procurei em vários dicionários e não a encontrei.
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