«Ao Filho, Deus deu todo o poder»
Gostaria que me dissessem qual vos parece ser a forma mais correcta de registar a análise sintáctica da frase «Ao Filho, Deus deu todo o poder». – primeira forma: Complemento indirecto – ao Filho Sujeito – Deus Predicado – deu todo o poder Complemento directo – todo o poder – segunda forma: Sujeito – Deus Predicado – ao Filho (.) deu todo o poder Complemento indirecto – ao Filho Complemento directo – todo o poder Creio que é a segunda, atendendo a que o complemento indirecto faz parte do predicado, embora na frase em apreço esteja deslocado. Porém, outra dúvida surge numa frase como: Brados de alarme atroaram, de repente, todo o palácio. Como deve ser registada a análise sintáctica: – desta forma? Sujeito – Brados de alarme Complemento determinativo – de alarme Predicado – atroaram, de repente, todo o palácio Complemento circunstancial de modo – de repente Complemento directo – todo o palácio – ou desta? Sujeito – Brados de alarme Complemento determinativo – de alarme Predicado – atroaram (.) todo o palácio Complemento directo – todo o palácio Complemento circunstancial de modo – de repente Aqui, diria que a primeira é a mais correcta. Mas a locução adverbial de repente é móvel, o que significa que, por natureza, digamos assim, não faz parte do predicado. Poderemos considerar que pelo facto de estar entre o verbo e o complemento directo o complemento circunstancial deve ser incluído no predicado? Agradeço a atenção e aproveito para louvar o vosso trabalho.
O superlativo absoluto de brincalhona
Qual é o grau superlativo absoluto sintético de brincalhona?
Espaciotemporal
A palavra espácio-temporal escreve-se assim, com este acento que lhe coloquei, ou não tem acento nenhum?
O gentílico do topónimo "Santa Luzia"
O gentílico do topónimo Santa Luzia:
— "santa-luziense"?
— "santa-lusense"?
— "santa-lucense"?
— "outro"?
Obrigado.
«Ver e. a.» = «ver este assunto»
Tenho-me deparado em alguns textos com a expressão e. a., utilizada da seguinte forma: «ver e. a. in Oliveira Marques 1984». Percebo que é usada para remeter para uma fonte/referência, mas o que significa? E é correcto usar esta forma escrita?
Obrigada!
O significado de díscola
Desejava saber qual o significado de díscola.
Os termos osteossarcoma e condrossarcoma
Gostaria de saber como se deveriam escrever correctamente palavras científicas, do âmbito da medicina, derivadas de “sarcoma” (forma de cancro). Existem vários tipos de cancro cujo nome comum é “sarcoma”, mas que têm prefixos que indicam o órgão em que têm origem. Por exemplo, “osteo-” se tem origem nos ossos ,ou “condro-” se tem origem nas cartilagens. O que pretendo saber é como deverá ser a melhor maneira de escrever as palavras. Se “osteo-sarcoma” e “condro-sarcoma” ou se “osteossarcoma” e “condrossarcoma”. Se simplesmente escrever “osteosarcoma” ou “condrosarcoma” a pronúncia do "s" altera-se.
«Ao bairro da Vila Alice» e «à vila Alice»
«A sede local do Ciberdúvidas, ao bairro da Vila Alice, é grande», ou «Houve algazara na Rua n.º 21, à Vila Alice»?
Apresento-vos estas duas frases para perguntar se é correto dizer-se «à vila» em vez de «na vila», neste tipo de construção fraseológica.
Acções antrópicas
O que são ações antrópicas?
Passa o tempo a…
A construção duma frase do tipo: «F. passa o tempo a ler e estudar», será incorrecta ou significativamente menos correcta, ou será diferente, de: «F. passa o tempo a ler e a estudar»? No meu entendimento, apenas ditado por uma interpretação talvez muito subjectiva, o primeiro caso, um só pronome para as duas acções, aglutina-as, aponta para qualquer coisa que é simultaneamente "ler e estudar", enquanto o segundo, duplicação do pronome, já estabelece uma certa separação entre o "ler" e o "estudar".
