DÚVIDAS

Sobre a pronúncia de um acrónimo (nome de empresa)
Estimados senhores, abri há pouco uma empresa de arquitectura com um sócio, à qual demos o nome de MAVAA (Machado e Viana Arquitectos Associados). Acontece que há uma grande divisão na forma como o nome da empresa é lido: quem leia "máva" e quem opte por "mavá", acentuando a última sílaba por causa da existência do duplo A no final. Como presumo não existir na língua portuguesa o duplo A (ocorre-me apenas o nome de Abraão), considero que o nome dever-se-ia ler "máva", no entanto não tenho grandes certezas sobre esse facto. Poderiam elucidar-me sobre este aspecto? Agradeço desde já a atenção.
A função de «recursos naturais» na frase «o futuro depende dos recursos naturais»
Gostava de saber se, na frase «o futuro depende dos recursos naturais», «recursos naturais» exerce a função de complemento indirecto. Gostava também de saber porque é que, na resposta à pergunta 2911 (Qual a função do termo «de peixes», na frase «Alguns animais alimentam-se de peixes»?), a função «de peixes» não pode ser complemento circunstancial de meio. Muito obrigada.
Ainda pilota
A propósito duma das vossas respostas, "Feminino de piloto aviador", por que razão se aceita secretária como feminino de secretário, ainda que aquela palavra também possa designar o objeto, mas já não se aceita pilota como feminino de piloto por aquele termo ter também outro significado? Segundo a Infopédia, pilota, para além de significar «estafa», pode também ser o adjetivo feminino de piloto... Se aceitarmos esta última hipótese, resta saber se o o de pilota tem a mesma pronúncia nos dois casos... Obrigado pela atenção.
Ensino do português
Sou estudante do curso de Letras, gostaria, se fosse possível, que falassem alguma coisa sobre o ensino do português no anos 70, época em que a educação passou a ser considerada como um instrumento para a geração de capital humano (ensino profissionalizante), a escola foi invadida por uma onda "psicologista" e a desvalorização do conteúdo, numa supervalorização, em contrapartida, do processo didático (uma escola de muito "pedagogismo" e de pouca substância). Li no JB do dia 02 de março de 1998 uma matéria que dizia "Entre populismo e purismo, no meio, também não está a virtude", me fale, um pouco, sobre isto. O que acham? Obrigado.
ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de LisboaISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa