O adjectivo elaborativo
«Elaborativo» pode ser utilizado como adjectivo?
«Tensionner», «pivoter», «câblage»
Sou tradutora francês/português, brasileira.
Atualmente, estou um pouco confusa com o assunto acima, pois encontro em francês: tensionner, pivoter... ou, mesmo substantivos, como câblage, em português tais verbos ou substantivos não existem. Seria correto utilizar tais palavras em português, tendo em vista que são utilizadíssimas na linguagem falada?
A regência de distinguir com entre
Encontrei a seguinte oração em um livro técnico:
«No estudo das normas jurídicas, a doutrina costuma distinguir entre regras e princípios.»
Achei absurda a construção. Acredito que, apesar de o verbo possuir a acepção de diferenciar coisas "entre" si, não aceita tal preposição. Ao meu ver, o correto seria «... a doutrina costuma distinguir regras de princípios». Mas ao pesquisar pela Internet, achei alguns outros exemplos deste uso.
Por favor, poderiam me esclarecer se estou equivocada?
Ap, ip, op, etc. são sílabas?
Ap, ip, op, at, et, ad, ed são sílabas? Existem palavras com as sílabas v+c az, ez, iz, oz, uz, ou apenas em sílabas c+v+c? Muito grata.
O género de instituições estrangeiras
Recentemente, estas duas instituições de crédito têm aparecido na imprensa por causa dos problemas que têm surgido nos EUA relativos às hipotecas.Mas como nos devemos referir a elas em termos de género, uma vez que, no original, o mesmo é neutro? Devemos dizer «o Freddie Mac» e «a Fannie Mae», como se de pessoas se tratasse, ou atribuir o género feminino ou masculino a ambas («A Freddie Mac», «A Fannie Mae», ou «O Freddie Mac», «O Fannie Mae»)?Obrigada.
Mais @
Não se trata de perguntar mas de complementar as respostas anteriores relativas ao símbolo @.
Encontrei por casualidade esta explicação: em 1971, nos primórdios do correio electrónico, um certo engenheiro Ray Tomlinson utilizou casualmente aquele símbolo numa experiência que preparava para enviar mensagens via rede digital entre dois computadores da empresa onde trabalhava, conforme já foi aqui escrito, para separar o nome do utilizador da caixa de correio respectiva. A partir daí vulgarizou-se a sua utilização para este mesmo fim.
Mas até essa primeira utilização a história resumida do @ parece ser mais ou menos esta:
O símbolo surge na idade moderna associado a investigações relacionadas com documentos datados de Maio de 1536 e pertencentes a um mercador florentino: um pequeno manuscrito com uma cauda enrolada que parecia corresponder ao valor de uma ânfora de vinho e, mais tarde, a uma medida de líquido, que com o desenvolvimento do comércio se estendeu por toda a Europa e regiões do oriente, sendo utilizada correntemente nos registos contabilísticos e em toda a documentação comercial, para fazer corresponder um valor com uma determinada quantidade: por exemplo 15 Kgs@200$00 o quilo.
Certamente que em Portugal muitas pessoas se recordarão de se utilizarem impressos de facturas com a indicação do símbolo @ para este mesmo fim.
Quando as máquinas de dactilografar foram inventadas, lá estava o símbolo nos teclados do mundo ocidental, para ser incluído em facturas e registos comerciais. E sobreviveu com essa finalidade até ao surto das máquinas eléctricas com capacidade para gerar impressos onde colunas, pré-formatações e outras novidades vieram tornar a sua inclusão nos teclados dispensável.
Efectivamente, quando surgiu o teclado de computadores com caracteres ASCII em 1963, o símbolo foi incluído sem qualquer objectivo determinado e utilizado por mero acaso pelo engenheiro Ray Tomlinson em 1971 nas suas experiências que vieram a ter os resultados hoje conhecidos. O símbolo terá sido recuperado por R. Tomlinson justamente por não existir já grande risco de produzir consequências indesejáveis, se inserido num endereço de correio electrónico.
Por outro lado, em inglês, a língua de R. Tomlinson, @ lê-se "ét" ou "at" e tem duas aplicações diferentes: "em" para local ou também "a" no sentido em que os antigos utilizavam o @ (medida de unidade).
Em português, na idade da internet, prevaleceu esta última tradução já um pouco obsoleta. Talvez por isso em vez de arroba – que parece estranhíssimo – se devesse ler "em", correspondendo à tradução do "at" inglês com esse sentido.
Só para completar, uma curiosidade: embora esta explicação tenha sido encontrada num texto de uma publicação canadiana, através de busca que efectuei na internet, em dezenas de outros locais encontrei variadíssimas explicações muito menos verosímeis e quase todas muito mais nacionalistas do que esta...
O adjunto adverbial na frase «tudo era alegria para ela»
Na oração «tudo era alegria para ela», o termo «para ela» exerce função sintática de objeto indireto ou de complemento nominal?
Há divergências entre algumas gramáticas!
Na expectativa, agradeço-lhes!
A formação de caverna, cavidade e cavo
Gostaria de saber se a palavra caverna é uma palavra simples ou se é formada a partir da palavra cavidade.
Aceitar erros de português
Até que ponto se pode tolerar erros sintácticos, ortográficos, de pronúncia e afins?
Atenção que quando pergunto isto é em relação a vocês. Quando vão pacatamente a passear na rua e encontram um (ou vários) erros chamam a atenção ou não dizem nada. Eu costumo dizer, mas depois dizem que não devemos ser perfeccionistas e não sei quê. Acho que devo lutar pela pureza e vernaculidade da língua.
Agradecia que me dessem o vosso (ou não será seu???) parecer e como costumam reagir.
Obrigado.
Produtos de 1.ª gama
Gostaria muito de saber o que significa produtos de 1.ª gama, 2.ª gama, 3.ª gama e 4.ª gama.
