Desestruturação
A perda de estrutura pode ser chamada de desestruturação?
Manifestamente excessiva
"Manifestamente excessiva" (art. 812.º n.º 1 CC).
A predicação de "excessiva" não pressupõe uma comparação? Será correcto dizer "manifestamente excessivo" sem referir o termo de comparação?
Colonia
Não encontro em nenhum dicionário a palavra colonia (sem acento e portanto grave) que aparece, penso, em quase todos os livros escritos por escritores madeirenses (cf. "As Ilhas de Zarco", do Pe. Eduardo N. Pereira) e também em diplomas e correspondência oficiais do Governo Regional. Esse termo na acepção em que é aqui utilizado significa o regime de exploração dos terrenos agrícolas por um agricultor que não o dono, recebendo este metade das produções. Não sei se, por poder considerar-se um regionalismo, será legítima a grafia como palavra grave. Mais uma vez obrigado.
Neologismo: cleptocracia
Qual o significado de cleptocracia?
Metrorragia, elitrorragia e menorragia
Metrorragia, elitrorragia, menorragia.
Qual é a diferença entre os termos supracitados? E será que a menorragia faz parte da menstruação?
Uso de letra maiúscula: «molho do Languedoc»
Diz-se «camarões ao molho de languedoc», ou «camarões ao molho de Languedoc»?
Obrigado.
Paralelismo sintáctico
Na frase «Além disso, visa gerar créditos aos consumidores, os cidadãos e as empresas do Estado», há erro de paralelismo sintático?
Muito obrigado.
O pronome se e o verbo supor
na frase «cujas consequências se supõe graves e irrecorríveis»
na frase «cujas consequências se supõe graves e irrecorríveis»
«A advertência é própria para deixá-lo ciente do que se trata aqui, nestas páginas minguadas: um fugidio colóquio entre duas almas femininas – simples, corriqueiro e brando –, mas cujas consequências se supõe graves e irrecorríveis.»
Na frase acima o verbo supor está bem no singular?
Antecipadamente agradeço.
O galego e o português, de novo
Entrei nesta páxina de casualidade, e gostou-me muito, porque sempre me interesaron os temas da língua. Eu nao sou nem português nem brasileiro, senao que sou da Galiza (Espanha), e vivo em Vigo, mui perto a Portugal, incluso de quando en vez vexo a televisao portuguesa. Nota-se que nao tenho muito conhecimento da vossa língua, mas agardo que me entendades. Nesta ‘web’ nao vim que se falara nada da língua irmá: o galego, língua comúm nao há muito. Esa língua que esta-se a perder dia a dia pela influéncia castelá e pelo desprezo da própria gente. Escrevo para conhecer o ponto de vista do nosso pais irmao sobre a situaçao do nosso idioma. A real Académia da língua galega defende uma língua, para o meu entender, muito castelanizada, eu nao sei se vos ter conhecimento disto, quando se fixo a normatva para a nossa língua colheron-se muitas palavras do português que se parderam com o passo dos séculos tais como: Deus, crego, igrexa (igreja), estrada, beira-rua e que se sabia da sua existéncia em tempos pasados, pero nao formas como algumas terminaçoes: imposible no lugar de coller imposíbel (impossível), o mesmo que no sistema de tiles, se escolheu o mesmo que o castelao. Nao e lóxico. Por exemplo o catalao si que está bem, para o meu ver. Agardo a vossa opiniao e sinto nao escrever milhor o português. Prometo aprendé-lo em quanto poda.
Obrigado.
O plural de pisa-na-água
Interesso-me bastante pelo tema da ornitologia (estudo das aves). Os nomes portugueses das aves são muitas vezes compostos por dois ou mais elementos e, em certos casos, assume a forma verbo+substantivo, por exemplo guarda-rios, pica-osso, beija-flor; relativamente à formação de plural para estes nomes, já sabemos que apenas o substantivo passa para o plural, como em "guarda-chuvas". Contudo, encontrei recentemente um nome usado no Brasil que me suscitou algumas dúvidas: trata-se de "pisa-n'água" (ou "pisa-na-água"). Como se forma neste caso o plural? Será pisa-nas-águas? Grato pela atenção.
