Trabalho sobre lendas
Um sobrinho meu deseja fazer um trabalho sobre lendas de Portugal para a disciplina de Português, mas não sei bem como ajudá-lo. Porventura, poder-me-ão sugerir uma maneira de fazer tal trabalho, que tenha uma introdução, um desenvolvimento e um fim. Obrigada.
P.S. Não me parece o tipo de perguntas a que vocês estão habituados, mas não sei a quem recorrer!
Categórico e categoria
O adjectivo categórico(s) costuma ser empregue no sentido de incisivo, peremptório. Não poderá ser usado com o sentido de relativo a categoria(s)? Por exemplo, os valores de variáveis qualitativas ou atributos como o sexo, cor dos olhos, intensidade de dor (ligeira, moderada ou severa, etc.), são frequentemente rotulados de níveis ou categorias. Sendo assim, é correcto usar a expressão 'dados categóricos' quando se pretende aludir a dados relativos a esses atributos? Ou será preferível 'dados categoriais' ou ainda 'dados categorizados'?
Informo que no inglês são usadas pelo menos as expressões 'categorical data' e 'categorized data'.
A origem do apelido Arzileiro
Gostaria de saber a origem do apelido Arzileiro, já que só a minha familia o usa.
Grato.
Lipoipertrofia
A minha dúvida prende-se com o uso do h mudo no meio de uma palavra composta: "lipohipertrofia". Ou seja, qual a grafia correcta: "lipoipertrofia", "lipo-hipertrofia" ou "lipohipertrofia"?
Obrigado, desde já, pelo vosso tempo.
«Creme de pasteleiro»
Gosto muito do "visual" do novo sítio.Gostaria de saber se o termo culinário «creme pasteleiro» deverá ser «creme de pasteleiro». Vi em vários livros de cozinha, mas aparece das duas formas. Muito obrigada.
Apresentação de documentos
Na frase que se segue "É exigida a apresentação do documento A, documento B ou documento C.", qual a interpretação que, correctamente, deverá ser feita:
1) Apresentar os documentos A ou B ou C (ou em liguagem matemática AVBVC)? 2) Apresentar o documento A e o documento B ou o documento C?
Português para estrangeiros
Gostaria de solicitar a Vossa orientação para a seguinte situação:
Qual o método mais adequado para ensinar o português a um cidadão italiano, considerando que no local onde vive não existe qualquer entidade na qual possa estudar o português (Cuneo - Piemonte - Itália) e tendo como únicos instrumentos de trabalho alguns livros, a Internet, o telefone e a minha "boa vontade"?
Existirá algum "site" no qual nos possamos apoiar para o efeito?
Agradeço desde já a Vossa atenção e permito-me aproveitar a ocasião para louvar esta Vossa iniciativa.
Cordiais saudações.
«Hoje apetece-me comer peixe»
«Hoje apetece-me comer peixe.»
Nessa frase o pronome há de estar antes ou depois do verbo? Na minha opinião acho que deve estar antes, pois temos um advérbio e não há vírgula.
Escrevo-lhe porque encontrei essa frase em um texto ( escrito por um português) e deixou-me confusa. Qual é a forma correta?
Também gostava de saber se há uma gramática que trate esse tema detalhadamente, pois tenho muita curiosidade.
Obrigada.
Casa-piano ou casapiano?
Pesquisando no vosso arquivo, encontrei como correcta a designação de casapiano para os alunos daquela instituição. Ora, isso parece-me incorrecto, pois sempre vi escrito que, para designar a nacionalidade, naturalidade ou outra procedência de alguém, se a origem é, por exemplo, um país com dois nomes, então deve utilizar-se hífen. Exemplificando: – cabo-verdiano e não caboverdiano (pelo menos até entrar em vigor o novo Acordo Ortográfico); – serra-leonês e não serraleonês; – nova-iorquino e não novaiorquino; – vila-novense e não vilanovense; – são-tomense e não sãotomense; – porto-santense e não portosantense, como erradamente existe para designar um clube de futebol – quando muito portossantense; – estado-unidense e não estadounidense; – norte-americano e não norteamericano; – sul-africano e não sulafricano; – porto-riquenho e não portorriquenho; – sul/norte-coreano e não sul/nortecoreano; – vila-franquense e não vilafranquense. E muitos outros exemplos poderia referir, bastando consultar um prontuário. Aliás, o Prontuário Ortográfico de M. Bergström e Neves Reis, 38.ª edição, nas páginas 83 e 84, refere que o hífen é obrigatório nestes casos. As únicas excepções que conheço dão-se quando o primeiro elemento do composto vem reduzido - noviorquino e neozelandês. Será que casapiano é mais uma excepção à regra?
A colocação frásica do advérbio não e dos pronomes átonos
Tenho uma questão relativa a desencadeadores de próclise.
Sei que o advérbio não é um desencadeador de próclise em relação ao pronome clítico e ao verbo que o sucedem, como em «Não vos prefiro!» Poderá, no entanto, ser desencadeador de próclise se suceder ao verbo e ao pronome clítico, ou nunca será agente de próclise nesse caso? Nesse caso, poderemos, então, ter as seguintes frases: «Prefiro-vos não!», ou «Prefiro-vos, não!» Sendo estas frases regras de como a próclise não é consequência de causa proclítica se o agente desencadeador de próclise for sequência e não antecedente do verbo da oração.
Ajudai-me em tal dúvida, por favor. [...]
