Pop-up store (inglês) = loja temporária (português)
Tenho encontrado com frequência a expressão pop-up store, referente a uma loja que abre para fazer negócio durante um período curto.
Não haverá expressão portuguesa equivalente? A expressão inglesa é mesmo necessária?
«Ouve-se (com) cada coisa!»
É comum escutar a expressão "ouve-se com cada coisa!...", que, à partida, não parece fazer sentido. Isto porque ouve-se qualquer coisa e não "com" qualquer coisa, a menos que se use um aparelho auditivo mas aí o alvo do comentário não seria a "coisa" mas o(s) aparelho(s) auditivo(s). O que digo faz sentido? Renovo as minhas congratulações pelo vosso excelente trabalho e agradeço antecipadamente a atenção prestada.
Remate
Estou escrevendo um trabalho e preciso com urgência de saber a origem do termo remate.
O termo mordorado
Agradecia que explicassem o significado da palavra mordorado, que aparece na novela A Confissão de Lúcio, de Mário de Sá-Carneiro, tanto como adjectivo bem como advérbio, como na frase seguinte:
«Entretanto as cadeiras haviam-se deslocado e, agora, o escultor sentava-se junto da Americana. Que belo grupo! Como os dois perfis se casavam bem na mesma sombra esbatidos – duas feras de amor, singulares, perturbadoras, evocando mordoradamente perfumes esfíngicos, luas amarelas, crepúsculos de roxidão. Beleza, perversidade, vício e doença» (cap. I).
A grafia de torriense
Em 1945 o gentílico «torreense» desapareceu. Uma palavra que está registada na história de Torres Vedras. Mas nos escritos nacionais atuais não existe e é considerado um erro. Porquê não voltar a colocá-la no dicionário?
Este “erro” nos dias de hoje ainda existe. Dá nome ao clube de futebol da cidade, dá nome a várias empresas desta terra e relembra as bandas, a filarmónica, os refrigerantes e tantas outras empresas que atualmente já não existem. Reforço, porquê não voltar a colocar esta palavra com história no dicionário? De acordo com o ponto C da alínea 2 da base V do Acordo Ortográfico de 1990, estabelecia desta forma as grafias: “goisiano (relativo a Damião de Góis), siniense (de Sines), sofocliano, torriano, torriense [de Torre(s)]”.
É curioso que sineense, (também uma palavra com história local), atualmente existe no dicionário e também é considerada nos escritos nacionais atuais um dos gentílicos de Sines. Torreense, uma palavra com história e memória local, é atualmente uma palavra sem significado e inexistente nos escritos nacionais atuais.
Aguardo uma resposta. Obrigado.
Bizantinice e "bizantice"
É correcto usar-se o termo "bizantice" como sinónimo/variável do termo bizantinice?
O termo em causa é utilizado com frequência nos discursos orais, porém não é referido em dicionários de referência. Para complicar mais a coisas, o filólogo brasileiro Napoleão Mendes de Almeida usa-o num texto existente neste vosso site, cf: "Lingüística: um estorvo à aprendizagem da Língua Portuguesa".
Os verbos do português
"Não sei muito bem os tempos do indicativo e do conjuntivo.
"Honourable"/Meritíssimo
Nas legendas de séries americanas sobre tribunais, tenho visto a tradução do inglês "honourable" para "honorável" como forma de tratamento do juiz. É aceitável?
«Há quem tenha lido e não tenha gostado»
A frase «Há quem leu e não gostou» está correcta?
Não deveria ser «Há quem tenha lido e não gostou»?
Menosprezável / menosprezível
Procurei em dois Dicionários da Língua Portuguesa, ambos ‘on line’, os termos acima transcritos e, para meu espanto, enquanto que o Dicionário Universal da Texto Editora não reconhece "menosprezável", sugerindo o uso de "menosprezível", o Dicionário da Porto Editora tem a resposta contrária: reconhece "menosprezável" e desconhece "menosprezível".
Gostaria de saber se ambos os termos existem ou, no caso de apenas um deles ser aceitável, qual é.
Desde já agradecida.
