A palavra carantonha
A palavra carantonha é uma palavra simples, ou modificada por sufixação? Na 2.ª hipótese, qual é o sufixo?
Sobre os substantivos próprios
Sou professora do 1.º Ciclo e tenho uma dúvida acerca da classificação morfológica dos substantivos, mais especificamente no que respeita aos substantivos próprios. Estes substantivos classificam-se quanto ao género e ao número? Já consultei vários colegas mas as opiniões divergem. Também consultei várias gramáticas (Gramática Breve de Lindley Cintra) e prontuários (Prontuário Ortográfico de Castro Pinto) mas estes nada referem acerca do assunto. Agradecia o vosso esclarecimento.
«Marcelo nega que incidente sirva (tenha servido)...»
Deparei-me recentemente num dos jornais diários com o título que transcrevo textualmente: "Marcelo nega que incidente da saída da TVI serviu para preparar candidatura a Belém". O verbo da oração subordinada não tem que estar no conjuntivo? Agradeço os vossos esclarecimentos.
Dicastério
A palavra dicastério existe? Que significa?
Sumo, /sumô/
Qual a pronúncia correcta da palavra "sumo", usada para designar um desporto (luta) de origem japonesa?
«Atolei-me no barro» e «Afundei-me no mar»
Parece-me que, nas orações «Atolei-me no barro» e «Afundei-me no mar», o «me» é parte integrante dos verbos, enquanto «no barro» e «no mar» são adjuntos adverbiais de lugar. Minha análise está correta?
Arquivo de imagens, radiografias, ecografias, etc.
Fui encarregado de organizar um arquivo de imagens médicas (radiografias, ecografias, TAC). Penso em designá-lo por Radioteca ou Imagioteca, termos que não encontro nos dicionários consultados, mas que têm analogia com o nome de outros arquivos que têm formação parecida. Qual a vossa opinião que me ajude a decidir? Ou que outro nome sugerem?
«De sempre» em «A bebida de sempre deve ser...»
Em «A bebida de sempre deve ser deixada de lado», «de sempre» é locução adjetiva, ou adverbial?
Grato.
Soneto da fidelidade
A propósito da resposta de Maria Regina Rocha ao consulente Pedro Nunes, em 20/4/2001, gostaria que fosse analisado o sentido da conjunção "posto que" da última estrofe: "Eu possa me dizer do amor (que tive): Que não seja imortal, posto que é chama Mas que seja infinito enquanto dure." Dois problemas vejo nessa conjunção. Primeiro: em sendo concessiva, parece-me que causa um paradoxo com o que é dito na oração principal ("que não seja imortal", apesar de ser chama). Ora, daí se entenderia que a "chama" (do amor, ou qualquer outra chama) seria imortal? Mas uma das inerências da chama não é a possibilidade de apagar-se!? O segundo problema é o uso do verbo no presente do indicativo. Não soa bem, mas salva a métrica desse lindíssimo soneto.
Obrigado.
Infográfico
Existe a palavra inforgráfico, para referir algo tratado graficamente em computador?
