DÚVIDAS

Regências de crer e pensar
As regências verbais estão me deixando desesperado! Por favor, ajudem-me! Os verbos crer, pensar, acreditar, gostar, avisar, etc. penso eu que são transitivos indiretos, mesmo quando em orações principais de subordinadas substantivas. Quem «crê», «pensa», «acredita», «gosta»... «crê em», «pensa em», «acredita em», «gosta de», etc. Exemplos: «Ele crê em que você o ajudou», e por aí vão os outros exemplos. Já me informaram de que são transitivos diretos quando principais de subordinadas substantivas. Afinal, em «Eu penso que você é útil a mim», o verbo pensar com o em elíptico continua sendo transitivo indireto, ou não?
Condições do uso da crase
[Dizem-me que] na frase «o povo deu crédito à pessoas ruins» não existe a crase. Por que não existe a crase? É pelo fato de que a palavra crédito não admite o artigo a? E se fosse uma palavra que admitisse o artigo a, teria a crase? Ex.: «O povo deu as roupas à pessoas ruins.» E se eu escrevesse dessa maneira: «O povo deu roupas à pessoas ruins», sem o artigo as em «as roupas», estaria correto? Obrigado!
Infinitivo flexionado, outra vez
   Li em uma fonte de estudo que se emprega o infinitivo não-flexionado também quando for complemento de verbo, substantivo ou adjetivo e vier antecidado de preposição.   Exemplos: «Aconselho os jovens a ler mais.»   «Pai e filho tiveram a experiência de estudar juntos.»   «São bulas fáceis de entender.»   Pergunta: Sendo assim devo falar:  «Os alunos precisam estar aptos a comunicar-se em inglês. (e não "a comunicarem-se")». «Estamos proporcionando aos alunos a oportunidade de colocar em prática os conhecimentos (e não "colocarem").»  «Foi-lhes dada a oportunidade de testemunhar (ë não "testemunharem").»   É isto mesmo?
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