Contagem das sílabas métricas
A propósito de um texto de Antero, gostaria que me esclarecessem quanto ao processo de contagem das sílabas métricas.
Que/bra/da a es/pa/da /já/ ro/ta a ar/ma/du/ra...?
Si/lên/cio e es/cu/ri/dão?
Grata pela atenção prestada.
Levar a carta a Garcia
Qual a origem da expressão:"Levar a carta a garcia"?
«Cair o Carmo e a Trindade»
Poderão, por favor, explicar-me qual a origem da expressão «cai o Carmo e a Trindade»?
Obrigado.
As terminações -são e -ção
Como posso usar de forma correcta as terminações -são e -ção, ou seja, quando devo usar s ou ç?
O advérbio quase
A palavra quase é considerada um advérbio de modo e de intensidade. No entanto, na frase «Ele está quase a chegar», não poderá exprimir também uma ideia de tempo? Gostaria que me dessem exemplos de frases para cada um dos casos (quase como advérbio de modo e como advérbio de intensidade), pois tenho alguma dificuldade em arranjar exemplos claros que possam ser bem compreendidos pelos meus alunos.
Ouviram do ipiranga
Qual o sujeito da oração «Ouviram do ipiranga, às margens plácidas, de um povo heróico o brado retumbante» da letra do Hino Nacional Brasileiro de Osório Duque Estrada?
Défice e "deficit"
1. Aceito «défice» como aportuguesamento de «deficit». Há décadas que o leio. Mas qual será então o aportuguesamento de «superavit»? «Superave»?
2. Já agora: certas palavras latinas, como «item», «idem», «amen», «quorum», «forum», etc. (que é «et coetera»), têm mesmo que ser aportuguesadas? Usá-las atenta contra o patriotismo ou contra a inteligibilidade?
Um abraço, e parabéns pelo vosso trabalho.
Os particípios passados de pagar, gastar e ganhar
Há verbos cujo particípio passado regular caiu em desuso ao longo dos tempos, como é o caso de pagado, do verbo pagar, usando-se agora a forma regular – pago. Existem mais verbos cujo particípio passado regular foi substituído pelo irregular?
Composição por aglutinação e composição por justaposição, novamente
Já reparei que, conforme o linguista que dá a resposta neste vosso site, também muda o conceito do que são palavras justapostas e aglutinadas. A mesma palavra, por exemplo, passatempo, é considerada por um dos vossos consultores composta por aglutinação e por outro composta por justaposição. Em que ficamos?
A regência da palavra conclusão [= «acção de concluir»]
Gostaria de saber, no âmbito do denominado "dequeísmo", se no plano escrito é necessário, ou mais correcto, acrescentar a preposição "de" à expressão "chegando à conclusão DE que..."?
Obrigado pela atenção.
