Existem 3 ou 4 conjugações?
Afinal existem 3 ou 4 conjugações? Sempre ouvi falar nos verbos da 1.ª, 2.ª e 3.ª conjugações, mas agora alguém afirma que existe a 4.ª conjugação!! Estou baralhada!
A regência do verbo fazer
Qual das duas frases está correcta e porquê?
1. É o único que a faz conservar o espírito de família. 2. É o único que lhe faz conservar o espírito de família.
Grato pela atenção.
A classe de palavras de onde
Podendo a palavra onde ser classificada quer como advérbio de lugar, advérbio relativo e pronome relativo, gostaria de saber em que situação onde funciona apenas como advérbio de lugar.
Na maioria das situações descritas nas gramáticas, ele surge apenas como pronome relativo e não como advérbio de lugar.
A expressão «para além»
Gostaria de saber se a expressão «para além» está correcta na frase «Como é a vossa vida para além do futebol?», ou só pode ser utilizada em frases do tipo «para além daquele monte», «para além do Tejo há...». Gostaria de saber a razão.
Obrigada pela atenção.
Alaranjado
Qual o termo correto quanto à escrita: alaranjado ou laranjado?
Assunto (referido) em epígrafe
Deve dizer-se: o assunto em epígrafe ou o assunto referido em epígrafe? Eu uso sempre a 2.ª construção, mas como tenho visto muitas vezes a 1.ª, que penso não ser a correcta, surgiu-me a dúvida.
Os meus agradecimentos antecipados.
«Nesta semana» vs. «esta semana»
Sempre vejo a RTP Internacional de Portugal, leio vários jornais de Portugal. Observei que os portugueses não usam a preposição em antes dos demonstrativos estes, estas, esse, essa, isso, já bem usadas no Brasil. Será que obedece à gramática normativa usar ou não usar a preposição em + pronome?
Exemplos:
Brasil: «O candidato vai dar entrevista nesta semana.»
Portugal: «O candidato vai dar entrevista esta semana.»
Apesar do e apesar de o...
É pertinente estabelecer uma diferença entre «Apesar de o pai dela querer ir à praia, foram à piscina» e «Apesar do nevão, foram passear»?
Afim/a fim de
Gostaria de saber a diferença entre as palavras: afim/ a fim
Sobre a divisão silábica ensinada às crianças
No 1.º ano do 1.º ciclo, como se ensina às crianças a divisão silábica de, por exemplo, carro, sossegado, pêssego, etc.? De acordo com o manual Pasta Mágica, a divisão silábica surge como aprendi na antiga 1.ª classe: guitarra — gui/ta/rra. Contudo, a professora do meu filho faz exercícios em que considera esta divisão errada, pois separa as palavras da seguinte forma: gui/tar/ra; car/ro; sos/se/ga/do; pês/se/go. Não estará a professora a fazer confusão com translineação? Creio que a um nível de 1.º ano do 1.º ciclo as crianças aprendem a noção de sílaba em termos fonéticos e não em termos gráficos (aqui, sim, será a translineação). O importante neste nível de aprendizagem é que a criança tenha a noção de separação baseada no som. Será que eu e as pessoas da minha geração aprendemos mal e o manual escolhido pelo colégio onde está o meu filho está errado? Será que algo mudou na nossa língua em termos de divisão silábica e não dei por isso? E aqui reforço que, no meu tempo de estudante, aprendi que uma sílaba é um fonema (som) ou um conjunto de fonemas (sons) pronunciado numa só emissão de voz. Assim, a palavra guitarra, dividida silabicamente, será gui/ta/RRA, pois os dois rr são um mesmo fonema (som). Será que até na minha formação universitária nas cadeiras de linguística me enganaram?! A noção de translineação, salvo erro, será iniciada ou em fins do 2.º ano ou no 3.º ano do 1.º ciclo, e aí, sim, a palavra será separada gui/tar/ra, mas já não será em termos fonéticos mas gráficos. Esclareçam-me, por favor, esta dúvida.
