Aumentativo de pé
Aprendi quando criança que o aumentativo de pé é pelão. Afinal, pelão está errado?
Conhecimento implícito, conhecimento explícito e falso conhecimento
Qual é a diferença entre conhecimento implícito, conhecimento explícito e falso conhecimento?
A origem da expressão «ouvidos de tísico»
Terão alguma ideia da origem da expressão «ouvidos de tísico»?
O uso de pá (vocativo e interjeição) em Portugal
Gostava de aprender a usar o vocativo pá. Parece-me que os portugueses usam muito.
Mil vezes o meu muito obrigada!
A expressão «flor de farinha»
O que significam a palavra composta farinha-flor e a expressão flor de farinha? Seriam sinônimas? A última seria hifenizada? Flor de farinha é uma expressão que somente encontro em textos bíblicos do Pentateuco traduzidos para o português por católicos e protestantes. Aparece em contextos de sacrifícios e oferendas de bolos, pães ázimos etc. no Tabernáculo. Em ambos os casos, creio que se trata de farinha de trigo, não é mesmo? Muito obrigado sempre.
A cada hora / a toda a força
Aprendemos, nas gramáticas, que:
1) Não há crase antes de pronome indefinido, exceto outra;
2) já, em locuções que tenham por núcleo uma palavra feminina, existe, no entanto, a crase.
Certo. A dúvida, então, é se a crase estará presente ou não em locuções, como por exemplo as adverbiais, que sejam compostas por pronome indefinido colocado imediatamente após o "a", do tipo: a(à) toda força, a(à)cada hora, etc. Usadas, quem sabe, numa frase assim:
"Ele remava a(à) toda força e parava a(à) cada hora para descansar."
Muito Obrigadas.
Modificadores: de frase e de grupo verbal
Depois de ler vários exemplos, para além da própria definição que o Dicionário Terminológico apresenta, não consigo discernir o melhor modo como explicar aos meus alunos a diferença entre um modificador de frase e um modificador de grupo verbal. Poder-me-ão ajudar nesta tarefa?
Mal ou mau?
Mal ou mau.
Gostaria de saber o conceito, a origem desta regra de ortografia.
Sobre a dupla negação: «não... nenhum»
Mesmo depois de ter consultado diversas obras de referência e lido os vários artigos sobre esta questão no Ciberdúvidas, continuo com dúvidas: é incorreto escrever «Ele não tem qualquer razão», com o significado de «Ele não tem nenhuma razão»? É que fico com a sensação de que, na segunda frase, a existência de dois elementos de caráter negativo (não e nenhuma) faz com que se anulem um ao outro, à semelhança da matemática, em que menos por menos dá mais. Assim, será que ao escrever «Ele NÃO tem NENHUMA razão» não estaremos a dizer que ele tem ALGUMA razão (se não tem "nenhuma" é porque tem "alguma")? Sei que os puristas são contra este uso de "qualquer", mas a língua evolui, ou não?
Agradeço a atenção e aproveito a oportunidade para vos felicitar pelo vosso magnífico trabalho neste sítio que tão bem defende a nossa amada língua.
Tanto como = tanto quanto
É indiferente dizer «tanto como» ou «tanto quanto»? Frase exemplo: «O que explicaria tanto a sua raridade como a sua descoberta».
