Nenhum/algum
Quando é que se utiliza "qualquer", "algum" ou "nenhum" nas orações negativas:
- Não tenho livro algum?
- Não tenho livro nenhum?
- Não tenho qualquer livro?
Qual é a correcta?
A 1.ª pessoa e o discurso directo
Estou com uma dúvida sobre textos narrativos. Quando narramos em 1.ª pessoa, usamos sempre o discurso direto? E o que são rubricas que servem de orientação para atores e diretor?
Obrigada!
«Além disso» e «além do mais» vs. «além de»
Tenho uma dúvida em relação à classificação da expressão «Além do mais», nesta frase: «Além do mais, eu entrei aqui.»
Se considerar que «além do mais» equivale a «além disso», segundo um esclarecimento vosso que li, trata-se de um conector adicional. Mas fica a dúvida: classifica-se como locução adverbial conectiva, ou não?
Obrigado pelo vosso tempo.
Há designação para pai/mãe cujo filho(a) morreu?
Gostaria de saber se existe um vocábulo que defina "pai/mãe cujo filho(a) morreu" da mesma forma que "órfão" está para "filho cujo(a)pai/mãe morreu"; de igual modo faço a pergunta para a relação de irmão.
Será possível construir uma palavra para esta(s) definições a partir do latim?
Obrigado.
Plural dos nomes compostos
Gostaria de saber o plural dos nomes compostos inseridos na frase abaixo e, se não for demais, que fosse explicado a regra utilizada para determinar a forma pela qual forem flexionados os mesmos.
«O guarda-livros trouxe o livro-caixa, o livro-razão e o livro-diário, mas não apresentou a conta-corrente do credor, o qual chegou no navio-escola.»
Tivera, havia tido, tinha tido
Não sei se esta pergunta já alguma vez foi feita, mas na mesma fá-la-ei. Tenho lido em certas gramáticas que os tempos, Eu tivera, Eu tinha tido, Eu havia tido, são de significados idênticos. No entanto, noutras gramáticas li que estas formas são de significados diferentes, mas no entanto têm significados parecidos. Eu concordo com esta última opinião, porque quando as uso, uso-as em circunstâncias diferentes do dia a dia. Agora a questão é: essas formas são idênticas, parecidas ou diferentes? Como se sabe, a linguagem do povo e a linguagem erudita são totalmente diferentes.
Ainda pré-estabelecido e preestabelecido
Em 2006, o Ciberdúvidas informou o seguinte:
«Pré-estabelecido e preestabelecido
[Pergunta] Tenho visto pelo menos três versões: pre-estabelecido (menos comum); pré-estabelecido; e um moderníssimo preestabelecido em documentos oficiais. Como devo escrever?
Aproveito para vos agradecer pelo vosso fantástico site. Tem sido preciosa a vossa ajuda!
Vanda Meneses Santos :: Professora :: Portugal
[Resposta] O prefixo tem duas formas: pré- (com hífen) e pre- (sem hífen). Poderia escrever-se pré-estabelecer, mas dicionários recentes (dois portugueses e um brasileiro, a saber, o Dicionário da Academia das Ciências de Lisboa, o Grande Dicionário da Porto Editora, e o Dicionário Houaiss) registam só preestabelecer. Deste modo, porque já há uma forma dicionarizada e porque a pergunta é relativa ao particípio passado deste verbo, recomendo preestabelecido.
Carlos Rocha :: 06/04/200»
Minhas considerações:
Eu já usava preestabelecido antes mesmo de encontrar a resposta acima, e é a forma que considero mais adequada, prática, moderna, sem mencionar que ainda iria mais longe: escreveria "prestabelecido" (crase e + e), exatamente como falamos. Todavia, como fazer agora, após a recente Reforma Ortográfica? Afinal, a nova regra é sempre usar o hífen com pré, pró, etc.
O aumentativo e o diminutivo de mala
Gostaria de saber o aumentativo e o diminutivo do nome mala.
Obrigado pela atenção.
Parabenizar=parabentear
Existe, em português, o verbo "parabenizar" ou é um verbo "brasileiro"?
Expressões como " quero parabenizá-lo..." são válidas em português?
Tal como outros verbos: registrar, planejar, podem ser utilizados, quer oralmente quer por escrito, em português?
Houveram
"Houveram" é passível de utilização na língua portuguesa?
