Expressões adverbiais e o uso da vírgula
Tenho algumas dúvidas sobre a utilização da vírgula em algumas expressões adverbiais. Em particular, não sei até que ponto a entoação que se quer conferir à frase pode ser um factor determinante para a introdução ou não da vírgula. Por este motivo, gostaria de pedir a vossa opinião sobre o uso da vírgula nos seguintes exemplos: (1) Podemos, efectivamente/com efeito, concluir que... (2) Podemos concluir, efectivamente, que... (3) Efectivamente, podemos concluir que... (4)Podemos, assim, concluir que... (5) Podemos, de certo modo, dizer que... (6) Ele é, provavelmente, o melhor aluno. (7) Os nórdicos são, em geral, altos.
A 1.ª pessoa e o discurso directo
Estou com uma dúvida sobre textos narrativos. Quando narramos em 1.ª pessoa, usamos sempre o discurso direto? E o que são rubricas que servem de orientação para atores e diretor?
Obrigada!
Plural dos nomes compostos
Gostaria de saber o plural dos nomes compostos inseridos na frase abaixo e, se não for demais, que fosse explicado a regra utilizada para determinar a forma pela qual forem flexionados os mesmos.
«O guarda-livros trouxe o livro-caixa, o livro-razão e o livro-diário, mas não apresentou a conta-corrente do credor, o qual chegou no navio-escola.»
Vírgula antes da palavra para
É correta a utilização da vírgula na seguinte frase? "Por derradeiro, encaminhe-se o feito à douta Procuradoria Geral de Justiça, para, em quinze dias, manifestar-se". A dúvida deve ser direcionada para a vírgula utilizada antes do termo "para".
Mal ou mau?
Mal ou mau.
Gostaria de saber o conceito, a origem desta regra de ortografia.
A realizar / a realizar-se
Qual das seguintes frases está correcta?
"na prova a realizar no dia 05 de Maio de 2001..." "na prova a realizar-se no dia 05 de Maio de 2001..."
Entrar e adentrar
Quando e como usar entrar/adentrar?
Posto isto / posto isso
Posto isso, acolho o pedido.
Posto isto... Isto posto... Isso posto... Qual seria a forma correta?
Desde já, agradeço.
Bichas ou filas?
Até há alguns anos estas duas palavras eram utilizadas com significados distintos dos que lhes são atribuídos hoje, creio que por influência do português do Brasil. Refiro-me nomeadamente à generalização do uso da palavra fila para designar aquilo que era anteriormente descrito como uma bicha - de automóveis numa estrada ou de pessoas num local de atendimento público. Os dicionários que consultei não são claros em relação a esta questão. Na minha opinião a distinção entre ambos os termos era de algum modo feita pelas noções de movimento e de forma, usando-se a palavra bicha para designar uma aglomeração de indivíduos ou objectos, não necessariamente recta, por vezes algo sinuosa e anárquica, e parada ou quase (bicha de espera, bicha de trânsito), e a palavra fila para designar uma aglomeração de pessoas ou objectos em linha mais ou menos recta e em movimento (trânsito em duas filas). Parece-me que a tendência actual, que refiro, significa um empobrecimento semântico da língua. Qual a vossa opinião? Existe algum fundamento válido que justifique essa tendência? Qual a forma preferível para designar uma bicha de trânsito?
Discurso directo e indirecto
Qual a diferença entre discurso directo e discurso indirecto?
