DNA
Vejo no Glossário que se critica o uso da abreviatura ADN para ácido desoxirribonucleico, por ser à inglesa.
Discordo, por não me parecer que as siglas estejam sujeitas à gramática.
Neste caso, se não há dúvidas quanto à designação por extenso, também não deve haver em relação à sigla, mas por outra razão. Já há muito que a União Internacional de Bioquímica definiu que as siglas devem ser únicas, em todos os países, para facilidade de comunicação científica.
Quanto a muitas outras siglas, em outros domínios, creio que é o uso que acaba por as legitimar. Quase toda a gente diz ONU, OMS, SIDA (mas os brasileiros dizem AIDS), AVC, TAC, etc. Mas, pelo contrário, quase ninguém diz OTAN, mas sim NATO. Da mesma forma, OCDE. Então agora, com a profusão de siglas tecnológicas, muitos são os exemplos: ADSL, GPS, FTP, ABS, HTTP, PCR, etc. Quem é que se lembra de defender o seu aportuguesamento?
A classificação de dúzia
Quais são as classe e subclasse da palavra dúzia, na expressão «Há uma dúzia de anos...»?
Obrigada.
Asmoneus ou asmonianos
Seria "Hasmoneus" ou "Asmoneus" a denominação daqueles reis judeus também conhecidos como Macabeus?
Creio que todas estas formas admitiriam flexões de gênero e número, não? Também funcionam ora como substantivos próprios, ora como adjetivos, não?
Quando devem ser escritas com inicial maiúscula ou minúscula?
Poderiam dar exemplos em todos os casos?
Obrigadíssimo eternamente.
A palavra jogador na frase «Aquele rapaz é jogador de futebol»
Na frase «Aquele rapaz é jogador de futebol», a palavra jogador é um adjetivo?
A pronúncia de -em em vendem, sentem, tem, etc.
Antes de mais nada, peço-vos perdão por não me lembrar dos estudos de fonética. Tento representar a pronúncia de forma mais que intuitiva. Além disso, tenho um péssimo ouvido e algumas dificuldades para entender um português que fala muito rápido.
Pois bem, acho que o –em de vendem, sentem, tem e vem é pronunciado da mesma forma: [eim]. As terceiras pessoas do plural de ter e vir (têm, vêm) são pronunciadas [teieim], [veieim] ou da mesma forma que o singular tem, vem [teim, veim].
Para as formas lêem, vêem — [liem], [viem] — temos o singular lê, vê —[li], [vi]? Então temos a mesma pronúncia para li e vi (primeiras pessoas dos verbos ler e ver no pretérito perfeito simples)? E o que se passa com o verbo dar em dê e dêem? O mesmo? Pronuncio [di], [diem]? E o verbo crer — crê, crêem: [cri], [criem]?
Havemos de vos agradecer sempre a vossa infinita paciência e preciosa atenção.
Aí vão os meus cumprimentos de Madrid.
Crupiê ou “croupier”?
Deve escrever-se crupiê (como propõe o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea, da Academia das Ciâncias de Lisboa) ou conservar a grafia original da palavra, "croupier", escrita em itálico ou entre aspas?
Uma vez mais, obrigado pelo vosso esclarecimento.
Casa-mãe
Vi escrito algures que alguém teria "finalmente regressado à Casa-Mãe", assumindo-se que esta "Casa-Mãe" é uma instituição. As perguntas são: 1. casa-mãe, que não encontrei em prontuários, sendo palavra composta, aceita-se com hífen? 2. Sendo sim a resposta a 1, é aceitável estar escrito com cada um dos componentes iniciado por maiúscula, ou seria melhor "Casa-mãe"? Obrigado.
Ainda a letra l em final sílaba (no Brasil)
Sabe-se que aqui no Brasil existe, penso que desde os finais da década de 50 e início dos anos 60, uma tendência de se pronunciar a letra L, em final de sílaba, como um /w/ ou U semivocálico. Fico sempre muito intrigado com esse fenômeno, pois vejo que é algo muito recente mas que já se espalhou por quase todas as regiões, e ocorre principalmente entre as pessoas mais jovens. Lembro que minha avó pronunciava os eles da maneira como se verifica na pronúncia do espanhol, pois não havia nenhum tipo de velarização. Ela dizia /bra'zil/ e não /bra'ziw/ ou /'alma/ e não /'awma/.
Qual a possível explicação para o surgimento deste fenômeno em tão pouco tempo?
Requerer
Gostaria de saber a conjugação do verbo requerer no indicativo e subjuntivo.
Macroestrutura global, macroestruturas intermédias e microestruturas (teoria do texto)
Dentro da análise descendente existem três variantes que não consigo compreender: macroestrutura global, macroestruturas intermédias e microestruturas.
Isto insere-se na competência textual?
