«Oferece-se recompensa»
Está correto utilizarmos a partícula se na frase «Oferece-se recompensa»?
O uso dos pronomes interrogativos que ou qual
Eu gostaria de saber se existe alguma regra gramatical que determina o uso dos pronomes interrogativos que ou qual. A explicação das gramáticas normativas não estabelece a diferença entre quando se deve usar que e quando se deve usar qual. Será que nós usamos um ou outro de forma idiomática? Ou existe uma construção gramatical implícita quando se usa cada um destes pronomes?
Muito obrigado.
A forma de tratamento ajustada a Deus
Agradeço antecipadamente a vossa colaboração. Indo ao ponto, gostaria que me dessem alguma informação sobre a forma de tratamento ajustada a Deus. Quando nos dirigimos a Ele, que forma de tratamento utilizar? Questiono-vos por ter notado em alguns livros religiosos uma "salada russa descomunal" como podem verificar nestas duas passagens que vos envio: «... o Seu rebanho...», «... no Teu trono...»
Ainda «Meu nome inicia-se com P»
Volto à frase «Meu nome inicia-se com P» para fazer um breve comentário. O verbo iniciar-se, com o sentido de «ter início», só é empregado na terceira pessoa (singular ou plural). Os contra-exemplos apresentados pela Professora trazem esse verbo em acepção diferente. Se o se causa problema gramatical, considerado como pronome apassivador, a situação não é menos desconfortável quando é considerado pronome reflexo. Parece-me que a melhor identificação do se é como parte integrante do verbo. Foi essa a análise que obtive da Academia Brasileira de Letras.
Cordialmente,
O «se» de «Meu nome inicia-se com P»
Na oração «Meu nome inicia-se com P», já analisada no Ciberdúvidas, não é válido dizer que o se é partícula apassivadora? A oração dada não equivale a «Meu nome é inciado com P»? O verbo iniciar-se, com o sentido empregado («ter início»), não é conjugado somente na terceira pessoa (singular ou plural)?
Sobre as categorias sintácticas pro e PRO (Linguística Generativa)
Gostaria de obter informação sobre o formato de categorias sintácticas, nomeadamente a distinção entre "pro" e "PRO".
Grata pela atenção.
Sobre os determinantes possessivos
Gostaria que, através de exemplos, me explicitassem a diferença entre a 3.ª pessoa do singular e do plural (um só possuidor), e da 3.ª pessoa do singular e do plural (vários possuidores) dos determinantes possessivos. Que frases posso utilizar para proceder a uma clara distinção entre ambas?
Muito obrigada.
Sara Santos
O uso do pronome pessoal si, novamente
Na frase «E se cada um de nós tivesse um sol só para si?» (de um recente cartaz publicitário), como sabemos se o si tem o significado de «nós mesmos» ou se significa «para você»? Julgo ser um caso eternamente ambíguo, não? Apesar de, acho, a maioria das pessoas entender a frase como sendo qualquer coisa do tipo «E se cada um de nós tivesse um sol para cada um de nós mesmos?».
Obrigado.
A utilização do pronome pessoal você
A minha questão é simples: [em Portugal] a utilização do pronome pessoal você por um aluno dirigindo-se a um professor revela falta de educação, «é feio»? Por exemplo, na frase «Você pode-me explicar novamente o trabalho?» ou «Professora, você pode chegar aqui?».
A minha pergunta deve-se ao facto de observar grande parte dos meus colegas incomodados quando tratados dessa forma e, sinceramente, não vejo razões para isso.
Provavelmente, por ter vivido muito tempo no estrangeiro, onde tirei o meu curso superior... Contudo, verifico que na televisão o uso deste pronome surge com muita frequência em debates, por exemplo, em que o entrevistador (Judite de Sousa) trata por "você" os seus entrevistados.
Grata por uma resposta.
A tradução do anglicismo pack + vosso, novamente
Gostaria de saber qual a melhor tradução para substituir o anglicismo pack. Encontrei em dicionários traduções como «pacote», «fardo», etc. Por exemplo, como devo dizer para substituir pack numa frase como: «Comprei um pack de cervejas»?
Desde já, obrigado. E continuem com o vosso (ou deveria ser "seu"?) bom trabalho.
