Oceano, praia e respectivos holónimos
Podemos considerar oceano como holónimo?
Se considerarmos, os seus merónimos serão água, rochas, algas, peixes...?
E se considerarmos praia como holónimo, areia, mar, rochas podem ser seus merónimos?
Brocólis, brócolos
Tenho lido e ouvido reiteradamente, em sítios virtuais e na TV brasileira, a palavra "brócoli" como se fosse o singular da palavra "brócolis". Gostaria de saber se o uso desse singular está correto, embora me pareça estar completamente equivocado.
Parabéns pelo sítio!
Grata!
Acerca da história do significado de corte («acção de cortar»)
A questão que eu coloco diz respeito ao significado de corte como «ação de cortar; talho, incisão de instrumento cortante». Gostava de saber se este uso aparece já nos primórdios do português ou, se for registado posteriormente, a que altura da história da nossa língua se pode datar.
Grato pela atenção dispensada.
Acerca do termo transectorial
É correcto usar o termo "transectorial" para designar uma matéria ou assunto transversal a vários sectores, ou que, pela sua natureza, toque diversos sectores? Caso contrário, qual é o termo correcto?
Obrigado.
O diminutivo e o aumentativo da palavra Natal
Gostaria de saber se a palavra Natal tem aumentativo e/ou diminutivo... foi uma dúvida que me foi colocada por um aluno meu, e ainda não consegui perceber totalmente se haverá ou não um aumentativo e um diminutivo...
Sobre a palavra esquizofrénico
Quero saber mais detalhes da palavra esquizofrénico e profundidade do agravo desta doença.
Obrigada.
A origem dos apelidos Estrada e Rei
Gostaria imenso de saber a origem dos meus apelidos Estrada e Rei.
Será que me podem ajudar? Agradecia imenso que satisfizessem esta minha curiosidade!
Novamente pé-de-moleque e «pé de moleque»
Após a promulgação do Acordo Ortográfico (2008), no Brasil e nos países lusófonos, observei, quanto à palavra pé de moleque, agora, grafada sem hífen, o seguinte:
(1) A palavra pé de moleque, sem hífen, portanto, seguindo as prescrições da base XVI do Acordo Ortográfico (1990), lematizada como entrada (lema) na página 964 do Dicionário Escolar da Língua Portuguesa [Como a nova ortografia da língua portuguesa] (2.ª ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional 2008).
(2) A palavra pé de moleque, sem hífen, portanto, seguindo as bases do Acordo Ortográfico, lematizada como subentrada na página 1453 do Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa [Com a nova ortografia da língua portuguesa] (Rio de Janeiro: Instituto Houaiss de Lexicografia/Objetiva, 2009). Vale lembrar que como subentrada é classificada como locução e não substantivo masculino ou palavra composta.
(3) Na página 631 do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP) [da Academia Brasileira de Letras, ABL], pé de moleque aparece sem hífen, com status de entrada, seguindo, também, as bases do Acordo Ortográfico e classificada como substantivo masculino.
As duas ocorrências, no meu entendimento, tais implicações importantes para a lexicografia e análise linguística da unidade léxica pé de moleque: a) como entrada, deve ser, morfologicamente, classificada como substantivo composto e b) como subentrada, deve ser, morfologicamente, classificada como locução nominal.
Quem tem a palavra final: O Instituto Houaiss, ou a ABL? Como trata da questão no âmbito do ensino de gramática na escola?
Sobre o feminino de camaleão
Gostaria de saber qual o feminino de camaleão.
A pronúncia da letra w
Se a letra w pertence ao alfabeto gótico, se a maioria das línguas a lê com o seu valor original "v", por que razão agora em Portugal se usa como valor o "u", som que petence a uma das excepções, dantes chamava-se duplo v e tinha o som de "v". Já ouvi pronunciar o nome do pintor francês Watteau como "Uotau" e o dos Wagner que imigraram para os Estados Unidos como "Uogner", etc. O inglês, o wallon (língua já mais que moribunda) e o espanhol, a meu ver, são excepções e não a regra.
