na frase «O homem de que te falei é o meu pai»
Os pronomes relativos quem e que com preposição:
na frase «O homem de que te falei é o meu pai»
na frase «O homem de que te falei é o meu pai»
Tenho uma dúvida em relação ao uso dos relativos que e quem. Normalmente se costuma dizer que quem se usa para pessoas.
A minha dúvida é, por exemplo, na seguinte frase: «O homem de quem te falei é o meu pai.» Seria correto dizer «o homem de que te falei é o meu pai»? É sempre possível utilizar que nos contextos em que normalmente se usa que?
Muito obrigada!
A construção «acompanhar com...»
Desejava saber como se deve construir o verbo acompanhar na acepção de «relacionar-se com», «associar-se a», e na de «ser servido com», falando-se de pratos.
Exemplos: «A Miguela acompanha com um rapaz estranho», «A Miguela acompanha-se com um rapaz estranho», «A feijoada é um prato português e acompanha-se com laranja e arroz branco» e «A feijoada é um prato português e acompanha com laranja e arroz branco.»
Sempre se disse: acompanhar-se com? Modernamente o pronome se caiu? Quais são preferíveis das construções na norma culta portuguesa?
Agradecimentos cordiais do Brasil.
Concordância com «nada e/nem ninguém»
Pergunto se na frase «Nada e ninguém escapa» o verbo tanto pode ser conjugado no singular como no plural.
Obrigado.
O uso de fazer como verbo causativo
Na frase «A Internet é, a meu ver, uma fada que, com um clique, nos faz girar pelo vasto mundo», no caso de «faz girar», o verbo fazer é verbo principal ou auxiliar com valor modal?
Obrigado!
Um modificador do grupo verbal em «ergueu os olhos para o céu»
Na frase «ergueu os olhos para o céu», qual a função sintática de «para o céu»?
Obrigada.
«Fiz-lhe perder tempo» e «fê-lo perder tempo»
As construções "Fiz-lhe perder tempo" (=Fiz perder tempo a si, ao senhor) e "Fi-lo perder tempo" (=Fiz o senhor perder tempo) estão ambas correctas?
«Fazerem-se horas»
Gostaria de saber se a expressão «já se fazem horas» está correta segundo o padrão da norma culta da língua portuguesa.
Um exemplo de uso seria: «Vamos embora, pois já se fazem horas.»
A preposição de em «garfo de peixe»
Qual a forma correcta de se dizer:
«Garfo de peixe», ou «garfo a peixe»?
«Garfo de carne», ou «garfo a carne»?
Obrigado.
Complementos e modificadores dos nomes redondilha, soneto e poesia
Na frase:
«As redondilhas da lírica tradicional de Camões têm influência da poesia palaciana.»
qual a função sintática desempenhada pelos constituintes: «da lírica tradicional», «de Camões» e «palaciana»?
E na frase:
«O soneto petrarquista influenciou Camões»
qual a função sintática de «petrarquista»?
E ainda na frase:
«A poesia camoniana apresenta marcas clássicas»
[o que são] «camoniana» e «clássicas»?
Grata pela atenção.
«Pensar/acreditar em....»
vs. «pensar/acreditar que...»
vs. «pensar/acreditar que...»
Nas frases "Ele pensou que ela não voltaria tão cedo." ou "Todos acreditaram que a verdade viria à superfície.", as orações completivas desempenham a função de complemento oblíquo ou complemento direto?
Dado que os verbos "pensar" e "acreditar" selecionam a preposição "em", parece-me que a substituição pelo pronome "isso" resulta agramatical: "Ele pensou isso." ou "Ele acreditou isso." Não deverá dizer-se "Ele pensou nisso." ou "Ele acreditou nisso." ? Inclino-me mais para que sejam complementos oblíquos mas posso estar enganada.
Obrigada.
