Pelourinho A colocação do pronome pessoal em orações relativas «Quem se cruzou com o ‘Noivo’ da TVI foi Lurdes Norberto (...). ‘Interessava-se muito por leitura’, conta a actriz que lembra-se de um episódio bem saboroso quando o actor levou o elenco a um restaurante na Póvoa de Varzim (...).»3 Nas orações começadas pelo pronome relativo que, o pronome pessoal se precede o verbo: «As pessoas que se amam», «os livros que se lêem», «as visitas que... José Mário Costa, Maria Regina Rocha · 12 de maio de 2006 · 3K
Pelourinho «Se revir», e não «se "rever"» Confrontado pelos jornalistas com a notícia da desistência do empresário Patrick Monteiro de Barros da construção de uma nova refinaria em Sines – e das críticas daí decorrentes ao Gover... José Mário Costa, Maria Regina Rocha · 12 de maio de 2006 · 8K
Pelourinho Legendas calinas De arrepiar os erros de ortografia e de concordância nas legendas e nos rodapés informativos das televisões portuguesas. «Ministro das Finanças não vê razões para baixar prespectivas (em vez de perspectivas de crescimento»; «ONU não conseguiu intendimento (em vez de entendimento)»; «China e Rússia põe reservas (em vez de põem reservas)»2. 2 in “Telejornal” e “Jornal da Tarde” da RTP-1, 9 de Maio de 2006. José Mário Costa, Maria Regina Rocha · 12 de maio de 2006 · 3K
Controvérsias Tempestade na Academia «De repente, (...), rebentou nos jornais [portugueses] uma borrasca que, ao que parece, se vinha gerando desde há tempos na Academia das Ciências de Lisboa» – escreve o autor, sobre o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea, vindo a público em 2001, «após doze anos de duros e silenciosos trabalhos.» [artigo publicado na revista Visão do dia 4/05/2006, de que se transcreve a seguir, na íntegra com a devida vénia. Cf. nos Textos Relacionados outras opiniões sobre o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea.] António Mega Ferreira · 11 de maio de 2006 · 3K
Controvérsias Abominável pastel confuso «Vai para cinco anos – escreve neste artigo o autor, publicado no Diário de Notícias de 10/05/ 2006 –, tive ensejo de tecer críticas de vária ordem ao infelicíssimo Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa. Diga-se desde já que, na verdade, o dicionário não resulta do trabalho aturado dos académicos em comissões ou sessões que funcionassem com esse objectivo e muito menos resulta da sedimentação desse trabalho ao longo da existência da instituição. (...)» [Sobre esta obra, e com opinião diferente, vejam-se ainda os artigos assinalados nos Textos Relacionados, nomeadamente Os méritos do dicionário da Academia das Ciências de Lisboa + Reflexões acerca do Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa + Reflexões acerca do Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa] Vasco Graça Moura · 11 de maio de 2006 · 3K
Controvérsias // Dicionário da Academia Abominável pastel confuso Vai para cinco anos, tive ensejo de tecer críticas de vária ordem ao infelicíssimo Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa. Diga-se desde já que, na verdade, o dicionário não resulta do trabalho aturado dos académicos em comissões ou sessões que funcionassem com esse objectivo e muito menos resulta da sedimentação desse trabalho ao longo da existê... Vasco Graça Moura · 10 de maio de 2006 · 6K
Pelourinho "Tot ziens", sr. Koeman! Ronald Koeman deixou de ser treinador do Benfica. Valha a verdade, sem deixar grandes saudades aos benfiquistas, que sonhavam com bem mais do que a excelente carreira da equipa na... José Mário Costa · 9 de maio de 2006 · 4K
Pelourinho Sujeito no singular, predicado também no singular 1. «Acho que o grau de participação nestas eleições directas foram um sinal de força e de vitalidade que os militantes do partido deram ao partido e ao país», disse o reeleito presidente do PSD, Luís Marques Mendes, em declarações nas televisões portuguesas neste último fim-de-semana. Se o sujeito da frase é «o grau d... Maria Regina Rocha · 8 de maio de 2006 · 2K
Pelourinho Amaldiçoado verbo haver!... «Se houvessem divergências doutrinárias, se houvessem divergências políticas de fundo, eu acho que estaríamos numa situação difícil.» Quem disse este erro de palmatória é um deputado português, dirigente de um partido, o Partido Popular, que já foi foi Governo em Portugal. Como é possível um ex-governante e deputado dar exemplos destes (passaram em todas as televisões e rádios nacionais)? José Mário Costa, Maria Regina Rocha · 8 de maio de 2006 · 5K
Pelourinho «De encontro a... » não é o mesmo que «ao encontro de...» + a colocação do pronome reflexo "se" 1. «Este depoimento (...) vem de encontro ao que os próprios médicos especialistas dizem: há vantagens efectivas na prática da hidroterapia.»1 O que se devia ter dito era «vem ao encontro de», ou seja, «está de acordo com». «De encontro a» significa contra, sugere o embate, a oposição, e não a harmonia.(...) Maria Regina Rocha · 4 de maio de 2006 · 3K