Acordo Ortográfico // Controvérsias O português na encruzilhada «Os entraves, supostamente linguísticos e técnicos, tantas vezes invocados para contrariar a aplicação do Acordo Ortográfico são sobretudo subterfúgios que visam opacificar uma discussão que se desejaria transparente», escreve a vice-presidente do ILTEC, em artigo saído em 2 de março de 2013, no semanário Expresso, o qual a seguir se transcreve na sua versão mais desenvolvida. Margarita Correia · 4 de março de 2013 · 8K
Pelourinho // corruptela Mal(dita) alcoolemia Depois dos malditos "paparazzi" (e mal escritos, quantas vezes), a maldita alcoolemia nas razões que levaram ao acidente mortal de Diana Spencer. Maldita e mal dita, como se foi ouvindo nas televisões e rádios portuguesas à medida que chegou a confirmação do estado de quase-embriaguez do condutor do automóvel onde seguia a Princesa de Gales, o namorado e o guarda-costas. Alcoolemia, /alkwulemía/ e... José Mário Costa · 28 de fevereiro de 2013 · 4K
Controvérsias O equívoco do tratamento escolar da língua A respeito da disciplina de Português e do ensino da gramática, João de Brito, professor em Vila Real, comenta as posições de Luís Osório e Sandra Duarte Tavares num texto enviado ao Ciberdúvidas. João de Brito · 28 de fevereiro de 2013 · 3K
Pelourinho // Pontuação Uma vírgula absolutamente proibida No sítio da antiga Direção-Regional de Educação do Algarve, agora Direção de Serviços da Região do Algarve, pode ler-se, numa janela que surge sempre que se acede ao mesmo: «O Sítio Web da extinta DRE Algarve, continuará online e será atualizado sempre que necessário». Paulo J. S. Barata · 27 de fevereiro de 2013 · 8K
Controvérsias «A disciplina de Português é um crime contra o futuro»?! A interrogação-surpresa do título em cima é minha – e a afirmação é de Luís Osório, autor da opinião que se pode ler aqui. O título, confesso, desafiou-me a lê-lo num ápice, deixando-me, porém, verdadeiramente perplexa: estudar gramática nas aulas de Português é um crime contra o futuro?! Estudar sintaxe não estimula o pensamento?! Conhecer a estrutura e o funcionamento da língua não serve para saber escrever com rigor e correção?! Sandra Duarte Tavares · 27 de fevereiro de 2013 · 6K
Acordo Ortográfico // Controvérsias Para mal dos pecados de alguns, os números não mentem Com o Acordo Ortográfico, aumentou o número de palavras que se escrevem de forma diferente, sustentava Maria Regina Rocha, em "A falsa unidade ortográfica". Número rebatido por Jorge Candeias em artigo saído em 25 de fevereiro de 2013 no jornal “Público”, onde afirma: «A convergência bate a divergência com uma vantagem de mais de cinco para um. E à tão badalada “cedência ao Brasil” corresponde uma “cedência a Portugal” ligeiramente mais numerosa». Segue-se o texto, transcrito na íntegra. Jorge Candeias · 26 de fevereiro de 2013 · 3K
Acordo Ortográfico // controvérsias A falsa unidade ortográfica Maria Regina Rocha «Para que serve um “acordo ortográfico”? Para unificar a ortografia de povos que falam a mesma língua. Ora, com este acordo, a ortografia da Língua Portuguesa não se unificou», sustenta Maria Regina Rocha, neste artigo, saído no jornal Público de 19-01-2013. O texto que aqui se transcreve é a versão que a autora entendeu ficar em linha no Ciberdúvidas. Maria Regina Rocha · 26 de fevereiro de 2013 · 10K
Pelourinho // Inadequação vocabular «Praia acessível» As palavras estão vivas e vão fazendo o seu caminho. Umas definham e extinguem-se, passando apenas a engrossar o léxico cumulativo dos dicionários. Outras ganham novos significados. Paulo J. S. Barata · 25 de fevereiro de 2013 · 4K
Pelourinho // Estrangeirismos Erros ortográficos, pontapés na gramática, excesso de estrangeirismos… Escreve o jornalista José Queirós, na sua despedida de provedor do leitor do “Público”, dirigindo-se a quem o cargo se destina: «Deu-me conta, em muitas centenas de mensagens, do incómodo e da indignação com que vê a multiplicação de atentados à língua portuguesa (erros ortográficos, pontapés na gramática, excesso de ... José Queirós (1952-2019) · 24 de fevereiro de 2013 · 6K
Pelourinho // Gralhas Visto e "ouvisto" Crónica do jornalista Wilton Fonseca publicada no jornal i de 7-02-2013, a propósito de um “tropeção” (ministerial). Diz o autor: «Não vivemos nem somos reféns das audiências, mas ser visto e ser "ouvisto" pelos portugueses é também uma razão para justificar o investimento que os portugueses pagam [para o serviço público de audiovisual].» Wilton Fonseca · 23 de fevereiro de 2013 · 4K