O nosso idioma // O português em Angola A estrelinha cuia como o sambapito O medo natural das crianças face às agulhas, e a necessidade de o superar durante a campanha de luta contra a poliomielite, está na origem de um neologismo da língua portuguesa, usado profusamente em Angola. Assim nos conta o autor, na sua coluna "Professor Ferrão", no jornal" Nova Gazeta" de 21 de março de 2013. Edno Pimentel · 24 de março de 2013 · 3K
Pelourinho // Mau uso da língua no espaço público Morra o Chipre, viva Chipre Um clarificador apontamento do tradutor Miguel Magalhães, publicado no jornal Público de 23-03-2013, a propósito da generalizada utilização do artigo definido na designação de Chipre, nos media portugueses, como já aqui se assinalou. Miguel Magalhães · 23 de março de 2013 · 5K
Acordo Ortográfico // Controvérsias Sobre a Aplicação do Acordo Ortográfico Sobre a aplicação do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa em Portugal, Carlos Reis, professor catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, emitiu em 3/3/2013 o parecer que aqui se dispon... Carlos Reis · 22 de março de 2013 · 5K
O nosso idioma Avassalar, esbarrondar e derrear Em mais uma crónica publicada em 21/3/2013 no jornal i, com o título original "Ambas as três", Wilton Fonseca mostra como os jornais podem ser também «veículo da riqueza da língua e do seu processo criativo e renovador». Recolhi, no Público e no Expresso, três termos que, embora pouco usados, podem ilustrar como os jornais são veículo da riqueza da língua e do seu processo criativo e renovador. Wilton Fonseca · 22 de março de 2013 · 4K
Pelourinho // Inadequação vocabular Uma má viagem pelo verbo viajar Paulo J. S. Barata depara-se com mais um caso da irritante confusão entre uma forma da flexão do verbo viajar e o substantivo viagem. Deambulando pela programação televisiva que os canais por cabo portugueses disponibilizam, deparo-me com isto: «Uma equipa de cientistas investiga um buraco no tempo que permite que criaturas pré-historicas e do futuro viagem no tempo provocando o caos no presente.» Paulo J. S. Barata · 20 de março de 2013 · 3K
O nosso idioma // o português em Angola «Vou se bater no chão, ninguém me põe a mão» A troca do pronome reflexo me por se na letra de uma composição do cantor angolano Yuri Cunha, comentada por Edno Pimental, na coluna "Professor Ferrão", do jornal Nova Gazeta, de 14-03-2013. Começou uma hora mais tarde, como já é habitual, todos querem ir à festa, mas ninguém quer ser o primeiro a chegar. Desta vez, ela quis fazer diferente e decidiu começar o boda* com os dez convidados que estavam presentes. Edno Pimentel · 15 de março de 2013 · 4K
Pelourinho // Inadequação vocabular Sede vacante Texto publicado no jornal i de 14-03-3013, numa abordagem do autor ao (mau) emprego do verbo sedear na imprensa portuguesa. Tema que suscitou, já, anteriores controvérsias. Num mundo sem Papa, não houve quem não escrevesse a expressão «sede vacante», que designa a diocese onde falta o prelado, por oposição à «sede plena», ocupada. Wilton Fonseca · 15 de março de 2013 · 4K
Controvérsias // Lusofonia A língua portuguesa no traço comum da lusofonia Reagindo a um artigo de António Pinto Ribeiro, intitulado "Para acabar de vez com a lusofonia", a linguista luso-brasileira Ida Rebelo contrapõe: «Dizer que lusofonia é invenção fascista e manipuladora é como insistir que temos de pertencer a qualquer coisa, menos à língua que nos serve de instrumento de expressão e crescimento.» Estas e outras considerações, escritas expressamente para o Ciberdúvidas, encontram-se no texto que a seguir se apresenta. Ida Rebelo · 6 de março de 2013 · 4K
Pelourinho // Inadequação vocabular «Dar cobro» por «dar cobertura» No rescaldo de incidentes entre adeptos de duas equipas de futebol, o presidente de um clube confunde cobertura com cobro. Paulo J. S. Barata assinala e analisa o erro. Paulo J. S. Barata · 5 de março de 2013 · 4K
Acordo Ortográfico // Controvérsias De convergências, divergências, mudanças e coisas das ciências Texto escrito para o Ciberdúvidas, em que o autor, contraditando os números apresentados por Maria Regina Rocha em “A falsa unidade ortográfica”, complementa o seu artigo “Para mal dos pecados de alguns, os números não mentem”, publicado originariamente no jornal Público de 25-02-2013. Nele se procede a uma quantificação mais pormenorizada da mudança que, com o Acordo Ortográfico, abrangeu as formas verbais, o hífen, as consoantes mudas e a acentuação gráfica. Jorge Candeias · 4 de março de 2013 · 6K