O nosso idioma «Não se preocupe, fique descansado!» Crónica publicada na revista Caras de 1/11/2014, na qual a psicóloga clínica e psicoterapeuta Isabel Leal propõe uma análise do que deixamos subentendido quando proferimos, com ironia ou sincero espírito de ajuda, o enunciado «esteja descansado», recorrente no português de Portugal. «Não se preocupe, fique descansado!» Quantas vezes disseram? Quantas vezes ouviram? Isabel Leal · 4 de novembro de 2014 · 6K
Pelourinho Deplorável não é a palavra certa Um inapropriado uso lexical abordado nesta crónica do autor, que se transcreve com a devida vénia, do "Diário de Notícias" de 3 de novembro de 2014, intitulada "Oiçam jornalistas: não se faz". Deplorável não foi a situação descrita pela testemunha que, afinal, não testemunhara nada –, mas a própria cobertura jornalística em si. Ferreira Fernandes · 3 de novembro de 2014 · 4K
Lusofonias // Política da língua Uma Academia das Academias lusófonas para a língua portuguesa «Espartilhado nas suas componentes e obrigações em dependência CPLP, que mais poderia ser o Instituto Internacional da Língua Portuguesa que um simples secretariado executivo de decisões superiores ou alheias, atropelando os planos e iniciativas dos seus especialistas?» Fernando Cristóvão · 3 de novembro de 2014 · 11K
Pelourinho // Vídeos À volta de (alguns) erros no discurso televisivo em Portugal O Ciberdúvidas da Língua Portuguesa esteve presente na emissão de 25/10/2014 do programa Voz do Cidadão, que é exibido em todos os canais do serviço público de televisão português em que o provedor do telespectador da RTP, Jaime Fernandes, dá resposta a mensagens do público. A participação ficou a cargo do nosso coordenador executivo, Carlos Rocha, que comentou alguns erros de português cometidos por apresentadores e jornalistas da RTP. Ciberdúvidas da Língua Portuguesa · 31 de outubro de 2014 · 5K
O nosso idioma // Uso e norma Última hora Crónica do jornalista Wilton Fonseca publicada no jornal i sobre a controversa expressão «à última da hora». «À última hora» ou «à última da hora»? Durante anos revi prosas de jornalistas e sempre afirmei que a primeira locução era correcta e a segunda uma asneira. Há dias, uma conversa sobre o assunto, com o Appio Sottomayor, levou-me a consultar o Dicionário da Academia. E vi que as duas estão lá. Wilton Fonseca · 31 de outubro de 2014 · 12K
O nosso idioma // Português, língua técnica e científica A diferença entre assassínio/assassinato e homicídio Acusado de ter matado a sua namorada, a modelo Reeva Steenkamp, em fevereiro de 2013, o atleta sul-africano Oscar Pistorius foi condenado a uma pena de prisão de cinco anos. A sentença da juíza Thokozile Masipa foi noticiada com terminologia deferente: 1) «Oscar Pistorius (…) condenado (…) pelo assassínio/assassinato da sua namorada…(…)»; 2) «Oscar Pistorius foi declarado culpado do homicídio involuntário da sua namorada…(…)». Miguel Faria de Bastos · 29 de outubro de 2014 · 122K
Controvérsias "Jihadistas" contra jiadistas Jiadistas, e não “jihadistas” – recomendou-se no Ciberdúvidas, por diversas ocasiões e a pretexto da atualidade internacional, dominada nos meios de comunicação social pelas execuções do denominado Exército Islâmico, no Iraque e na Síria. 27 de outubro de 2014 · 5K
Controvérsias Porquê jiadista, e não "jihadista" Versão integral da carta enviada ao semanário Expresso, que a publicou (com cortes de vários extratos) na edição de 25 de outubro de 2014 – em resposta ao que escrevera uma semana antes a colunista Ana Cristina Leonardo, no caderno Atual, sobre o Ciberdúvidas e o que aqui se recomendava quanto à grafia “jihadista"/jiadista. Acrescentou-se, no fim, uma nota a este esclarecimento. José Mário Costa · 26 de outubro de 2014 · 8K
Controvérsias E pur si muove! «Burocratas lexicológicos» são os que advogam o correto aportuguesamento para a palavra jiadista, em vez da forma anglicizada "jihadista" – sustenta a autora, nesta crónica publicada no caderno "Atual" do semanário "Expresso" de 18/10/2014, visando asperamente o Ciberdúvidas. [Cf. O contraponto desta polémica em: Porquê jiadista, e não "jihadista".] Ana Cristina Leonardo · 26 de outubro de 2014 · 6K
O nosso idioma // Verbos E se existisse o verbo striptear (ou stripitizar)1? A propósito da recusa do primeiro-ministro português em «fazer "striptease" das [suas] contas bancárias», nesta crónica publicada em 16/10/2014 no jornal i, o autor considera ironicamente que a vida política posta assim a nu justifica o aparecimento de uma nova classe de verbos: os «defetivos políticos». Wilton Fonseca · 17 de outubro de 2014 · 5K