Controvérsias // Humano vs. humanitarismo «Crise humanitária», expressão válida? Sim, responde o nosso consultor D’Silvas Filho, concordando com a recomendação1 da Fundación del Español Urgente (Fundéu), como fazíamos referência na Abertura de 13/04 p.p. Muito diferente – acrescenta – de «tragédia “humanitária”, que vai mais longe no sentido pretendido: há nesta expressão desumanidade (podendo ser intencional: atrocidade, crueldade, selvajaria, ou incidental com os mesmos efeitos).» D´Silvas Filho · 12 de abril de 2015 · 8K
O nosso idioma // Gírias Obrigado eu Entre modismos de diversa proveniência e os chamados socioletos, de antes e depois do advento da internet, das redes sociais e dos "smartphones", uma «enxurrada de novas palavras» nos usos do português coloquial no Brasil – nesta crónica do autor publicada na versão digital da revista Carta Capital de 9 de abril de 2015. Alberto Villas · 11 de abril de 2015 · 8K
O nosso idioma // O português em Angola «Vais lember os dedos...» «‘Lember’, seja o que for – como se escreve nesta crónica do autor, publicada originariamente no semanário angolano Nova Gazeta, no dia 9 de abril de 2015 –, não é um comportamento invejável.» Nem, tão-pouco, recomendável... linguisticamente falando. Edno Pimentel · 9 de abril de 2015 · 6K
O nosso idioma // Tabuísmos O palavrão na selva digital Crónica da autoria da jornalista Clara Ferreira Alves, publicada no semanário português Expresso em 3/4/2015, sobre o uso do calão e dos seus eufemismos dentro e fora da «selva digital», sob o título "Com reticências". Clara Ferreira Alves · 6 de abril de 2015 · 8K
O nosso idioma // Evolução semântica O termo autista como insulto Porquê, e desde quando, uma patologia ou uma mera afetação de índole neurocomportamental como é o caso do autismo, passa a ter uma conotação – depreciativa e, não, raro ofensiva, mesmo – muito para além do sentido estrito da palavra em si? E quem mais recorre a este tipo de léxico? O Dia Mundial de Consciencialização do Autismo justificou este trabalho de duas jornalistas da agência Lusa, que a seguir se transcreve, com a devida vénia. Susana Venceslau, Gabriela Chagas · 5 de abril de 2015 · 8K
Ensino Latim a remar contra a maré Primeiro, deixou de ser disciplina obrigatória para o acesso aos cursos de Letras ou de Direito nas universidades portuguesas. Depois – integrando já as chamadas disciplinas de opção no ensino secundário –, foi a «... Catarina Espírito Santo · 1 de abril de 2015 · 6K
Ensino // Ensino das línguas clássicas Portugal e o latim «Países como Inglaterra, Alemanha e Espanha colocam, actualmente, nos seus curricula o ensino do Latim, por perceberem a sua relevância na aprendizagem de matérias tão diversas que vão desde a matemática à biologia, à filosofia, à literatura e à aprendizagem das línguas, entre elas o inglês e o alemão. Em Portugal segue-se o caminho oposto.» [in jornal Público de 11/04/2014] Susana Marta Pereira · 1 de abril de 2015 · 7K
Pelourinho Como dizer mal ("precaridade"), escrevendo bem (precariedade) Precariedade, pre-ca-rie-dade. Porque será que o secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, diz sempre "precaridade", se até nos cartazes das manifestações da central sindical de que ele é o principal dirigente a palavra vem sempre corretamente escrita?! (...) José Mário Costa · 1 de abril de 2015 · 6K
O nosso idioma // Histórias de palavras A história da palavra prémio na atividade seguradora Um consulente do Brasil – Rafael Blusky, de Salvador – enviou ao Ciberdúvidas a seguinte pergunta: «Gostaria de saber o motivo da prestação periódica a ser paga às companhias de seguro ser chamada de prêmio. Ao consultar o dicionário, aparentemente nenhum dos significados da palavra se assemelha ao que é usado desta forma, à exceção do que define o prêmio como tendo este sentido.» Gonçalo Neves · 31 de março de 2015 · 10K
O nosso idioma // O português em Angola «Afinal, aquerditas ou não?» «De onde terá saído essa nova e incorrecta forma de pronunciar este verbo regular da primeira conjugação – os que terminam em -ar? Não se pode sair para aí a ‘aquerditar’ em tudo o que nos é dito, sobretudo que se está num programa com audiência invejável como é esse, completamente azulado pelos jovens.» [crónica do autor, publicada no semanário angolano "Nova Gazeta" do dia 26/03/2015] Edno Pimentel · 26 de março de 2015 · 5K