OK? SOS *
* Carta transcrita do jornal Público do dia 18/08/2019, assinada pelo leitor Carlos Leal, de Lisboa. Manteve-se a grafia original.
«O que obsta que obras portuguesas sejam vendidas ao Brasil?»
Primeiramente vos parabenizo, mais uma vez, pelo excelente trabalho que fazeis em sanar dúvidas e divulgar a língua portuguesa com tamanho afinco!
Talvez a pergunta, que já farei a seguir, não convenha aos temas que ao Ciberdúvidas se propõem, mas fá-la-ei mesmo assim e ficará ao vosso encargo julgar sua pertinência. Pois bem! Consulto a...
A que propósito aparece a crónica de RAP no Ciberdúvidas?!
A que propósito aparece esta crónica* de RAP [Ricardo Araújo Pereira] neste site?! A linguagem que o autor usa não é inclusiva: é ridícula. Para usar linguagem inclusiva não há necessidade de carregar o texto de pares de masculino e feminino. A nossa língua é suficientemente rica para que isso não seja necessário e há d...
A ortografia de «por que» no Brasil
Gostaria de saber o que regula o emprego do porque no Português do Brasil. Que é que regula a ortografia brasileira? Há alguma lei ou só o acordo ortográfico de 1990 é que a regula? Será que é o Vocabulário Oficial da Academia Brasileira de Letras? Se a ortografia brasileira só se rege pelo acordo ortográfico de...
Atropelos à língua portuguesa
A propósito da nova série da RTP 1 7 maravilhas de Portugal – Aldeias, [...] anexo uma foto da histórica Piódão, onde se constata o erro, demasiado comum, de "misturar"/confundir as unidades temporais e goniométricas minuto e segundo, ambas sexagesimais, mas totalmente diferentes.
Essas unidade...
Paulo, "controller" entre anglicismos
para tudo e para coisa nenhuma
para tudo e para coisa nenhuma
Texto do consulente João Pimentel Ferreira, que no-lo enviou no seguimento do que aqui foi anteriormente publicado, da autoria de Luís Carlos Patraquim, glosando no mesmo registo satírico a contaminação de anglicismos... para tudo e para coisa nenhuma, em Portugal.
O Paulo é controller...
«Até há já, imagine-se, perfumes low cost!!»
Concordando em pleno com a vossa Abertura do passado dia (A despromoção da língua via anglicismos), permito-me acrescentar à lista aí de palavras e expressões inglesas de uso escusado na nossa comunicação social o recorrente "low cost". São os voos "low cost". as companhias de aviação "low cost", as férias&...
Sobre o género gramatical das palavras
Penso que está na hora de extinguirmos a classificação das palavras em género masculino, pois isto causa confusão na cabeça de algumas pessoas. Chegámos ao ponto de [em Portugal] um partido, o Bloco de Esquerda, fazer um projecto de resolução a propor a alteração do nome do cartão de cidadão, porque, leia-se: «a designação desde docu...
«Questões de lana-caprina»?!...
A língua não está parada, argumentam os defensores do pseudo acordo. Pois é verdade que não está. Mas muitas vezes é pelas piores razões. O PSEUDO-ACORDO É UMA DELAS - Mas vejamos o que se passa dentro de portas. O pronome relativo CUJO/A/S, já desapareceu. Com ele se faziam as mais belas frases tal como continuam a fazer os francese...
«Vírus de Zika»: «o zika» ou «o zica»?
[Mensagem recebida pelo Facebook, a respeito de uma nota da Abertura de 1/02/2016, segundo a qual zica é um bom aportuguesamento ortográfico de Zika («vírus de Zika»), se se pretender converter este nome próprio em nome comum.]
Não faz sentido mudar o K para C...
Se o K faz parte do nosso alfabeto, o mais lógic...
