Haja + infinitivo (português do Brasil)
«Haja a jogarmos conversa fora!»
Esta frase é correta, ou seria «haja jogarmos conversa fora!»?
Grata.
A etimologia de diálogo e diabo
As palavras diálogo e diabo possuem a mesma raiz etimológica?
A etimologia de loca
(= «gruta, cavidade»)
(= «gruta, cavidade»)
Sendo minhoto, sempre usei a palavra loca para referir-me a qualquer buraco ou depressão, o que segundo alguns dicionários parece estar correcto. Questiono-me sobre a possível origem germânica, dado Loch ser usado em alemão para designar um buraco ou depressão.
Obrigado.
O substantivo comum babeca e o nome próprio Baveca
Qual o sentido original do termo "baveca"?
Ainda a abreviação n.º
Sendo a expressão n.º uma palavra abreviada, significando que alguma coisa foi retirada, no caso, o ponto a seguir ao n significa que foram retiradas as letras úmero, e servindo o º superior de indicação do género (masculino), significando que foram retiradas as letras intermédias úmer, parece que não faz sentido, nem é correcto, que a seguir à expressão completa, n.º, se possa escrever, sem espaço, qualquer número cardinal, ou seja, "n.º1", sendo o 1 outra palavra, apesar de ser um símbolo matemático. Se se escrever "n.º1", parece que, querendo-se escrever outros cardinais, por exemplo, 2, 3, 4, etc., estes não são escritos sem espaço: "n.º1,2,3,4". O mesmo reparo deve ser feito quando se abrevia a palavra artigo, para art.º, à qual não se deve seguir o n.º do mesmo: "art.º1.º", pois também aqui o 1.º é uma palavra abreviada, que deve ser escrita com separação da anterior, mesmo que abreviada. Já agora, saliento ainda ser vulgar ver escritos em parêntesis com um espaço a seguir ao primeiro símbolo, ou, até, com espaços entre os símbolos, por exemplo, ( masculino) ou ( masculino ).
O uso de moléstia
Existe em português a expressão «desculpe a moléstia» com sentido «desculpe o incómodo»?
Obrigada pelo esclarecimento.
Militária
Deve dizer-se, e escrever-se já agora, em português, "militaria", ou "militária?" E grafar deve ser em itálico? Em que circunstâncias?
A formação de preposição, pronome e advérbio
Gostaria de colocar uma questão relativa à composição de palavras. Relativamente à palavra preposição (lat. prae+positione, sendo que prae é também ela uma preposição + ablativo), gostaria de saber se poderemos considerá-la uma palavra formada por composição: radical + palavra ou se se trata de uma palavra base. A ser considerada uma palavra composta e não uma palavra base, a dúvida prende-se também com o prefixo prae e o seu significado, uma vez que no verbo prepor (lat. prae+ponere) temos o significado de anterioridade ou posteridade na ação. As mesmas dúvidas se colocam em relação às palavras advérbio e pronome, isto é, se podem ser consideradas palavras formadas por composição (rad.+palavra) ou se se trata de palavras simples.
Obrigada.
«Venhamos e convenhamos»
A expressão correta é «vamos e venhamos» ou «venhamos e convenhamos»? Ou outra? Achei a primeira num livro hoje e me pareceu incorreta.
Grata.
Os nomes (comuns) das notas musicais
Os nomes específicos das notas musicais (dó, ré, mi, fá, sol, lá, si) são considerados nomes comuns, correcto? Antes do Acordo Ortográfico de 1990, apesar de grafados em minúsculas, será que dó, ré, mi, fá, sol, lá, si podiam ser classificados como nomes próprios, considerando que designam o nome individual de cada uma das notas, à semelhança do que acontecia com o nome individual dos meses do ano?
