«Hoje apetece-me comer peixe»
«Hoje apetece-me comer peixe.»
Nessa frase o pronome há de estar antes ou depois do verbo? Na minha opinião acho que deve estar antes, pois temos um advérbio e não há vírgula.
Escrevo-lhe porque encontrei essa frase em um texto ( escrito por um português) e deixou-me confusa. Qual é a forma correta?
Também gostava de saber se há uma gramática que trate esse tema detalhadamente, pois tenho muita curiosidade.
Obrigada.
A grafia e a origem do nome sisa
Qual o significado da palavra "siza". Eu a encontrei em um texto escrito na década de 1870, na seguinte frase: «...a meia siza foi recolhida...»
A análise interna do nome próprio «Invasões Francesas»
Como classificamos as palavras «Invasões Francesas», nome próprio ou nome comum + adjetivo qualificativo?
Sobre a frase «... são necessários delicadeza e conhecimento,
inteligência e desassombro em dose máxima»
inteligência e desassombro em dose máxima»
Na frase «Para abordar o assunto do domínio da língua portuguesa sobre os povos, são necessários delicadeza e conhecimento, inteligência e desassombro em dose máxima», qual o valor aspetual e modal presentes?
O topónimo Casal de/do Malta (Marinha Grande, Leiria)
Na cidade da Marinha Grande existe uma localidade que surge com duas grafias diferentes: "Casal de Malta" e "Casal do Malta".
Há uns dias alguém justificava o uso de "Casal de Malta" com uma suposta ligação à ordem de Malta. A oralidade dos naturais muitas vezes torna imperceptível a distinção entre o "do" e o "da".
Conseguem ajudar-me nesta questão?
A função sintática de «de sombras»
na frase «Cobrir-lhe a memória de sombras»
na frase «Cobrir-lhe a memória de sombras»
Gostaria que me elucidassem sobre a função sintática do constituinte «de sombras» na expressão «lançado sobre o túmulo a cobrir-lhe a memória de sombras». Estou em dúvida entre complemento oblíquo e complemento do nome.
Muito agradecida pela atenção.
«À uma da tarde»
Queria saber se é agramatical dizer «1h da tarde», «2h da tarde», «5h da tarde» ou «10h da manhã», etc..
Ditongos crescentes e glides em português
Li numa das vossas respostas que um ditongo crescente é, na realidade, um falso ditongo porque a suposta sílaba é sempre passível de ser dividida em duas sílabas. Parece-me óbvio em história ou em viola, mas não sei como poderei fazê-lo nos ditongos presentes em quota ou quadro.
Outra dúvida tem a ver com uma semivogal entre duas vogais. Por exemplo, gaiato define-se como tendo três sílabas, com um ditongo decrescente: gai-a-to. Contudo, foneticamente, não vejo razão para não dividirmos de forma diversa, com ditongo crescente: ga-ia-to. A que sílaba pertence a semivogal i? À primeira ou à segunda sílaba? Não existe aqui uma ambiguidade natural?
Obrigado.
Os conceitos de paciente e tema
Qual a diferença entre paciente e tema na análise semântica da frase?
O nome jubarte
1) Qual a grafia correta "baleia jubarte" ou "baleia-jubarte"?
2) E o plural "baleias(-)jubartes" ou "baleias(-)jubarte"
Grato pela ajuda.
