DÚVIDAS

Amanhã compro um livro
Agradeço que me confirmem se existe uma excepção à regra de passar o discurso directo para o indirecto, vertendo o verbo no presente para o pretérito perfeito e para o condicional, como por exemplo: discurso directo: fala de José - «-Amanhã compro um livro.». Discurso indirecto: «José disse que compraria um livro amanhã». Excepção: como a acção ainda se não esgotou, posso escrever: «José disse que vai comprar um livro amanhã.»?
Hifenização
1. Hifenização ou hifenação? É que todo o software que conheço traduzido utiliza a palavra hifenização… 2. Por deformação profissional - sou "designer" gráfico - lido todos os dias com problemas de hifenação - por culpa dos famosíssimos dentes de cão (para quem não sabe, são aqueles espaços enormes entre palavras e letras numa determinada linha de texto - revista e jornal principalmente - resultantes do facto de a anterior linha de texto não ter permitido «partir» determinada palavra ou designação). O que eu pergunto é: Será correcto partir uma longa designação tal como um endereço electrónico ou um numero extensíssimo, tipo 4.500.000.000.000$00? Em caso afirmativo que sinal deve ser usado?
"Plafonar"
Li a resposta de J.N.H à dúvida sobre plafonar e plafonamento, e manteve-se-me a dúvida: pode ser estrambólica, como dizem quem pergunta e quem responde, mas... e a alternativa? Escalar e escalonamento? Dividir e divisão? Podia ser, mas também me parece que nenhum outro vocábulo é mais apropriado ao contexto do tema (de índole económica, com números, "plafonds" orçamentais, etc.). E se se aceita placar, robô, chofer, tablier, cabina, equipa, implementar, constatar, etc., etc. — porquê rejeitar plafonar e plafonamento?!
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