Colocação pronominal numa oração introduzida por como
«Saiba como proteger-se e proteger a sua casa», ou «Saiba como se proteger e à sua casa»?
Diria que a correta é a primeira, mas não estou certa.
Poderia ainda explicar a razão?
Obrigada
Maiúsculas e publicidade
Vi um vídeo promocional onde eram utilizadas aspas para uma citação totalmente escrita em maiúsculas.
Como «AMOR É FOGO QUE ARDE SEM SE VER».
Pareceu-me, intuitivamente, mal escrito mas pergunto se estará efetivamente incorreto, ou será apenas uma questão de estilo?
Muito obrigada.
Para + infinitivo: «paramos para nos olharmos»
Qual das opções abaixo está gramaticalmente correta? Observando-se a conjugação dos verbos olhar e estancar:
1. «Até quando cultivaríamos as chagas do passado, mantendo-as abertas e sangrentas? Apontando dedos e ferindo outros feridos, em vez de pararmos por um instante para nos olharmos e estancarmos as nossas próprias chagas.»
Ou
2. «Até quando cultivaríamos as chagas do passado, mantendo-as abertas e sangrentas? Apontando dedos e ferindo outros feridos, em vez de pararmos por um instante para nos olhar e estancar as nossas próprias chagas.»
Há alguma regra pela qual me possa guiar para este tipo de dúvida?
Muito obrigada.
A ortografia de Partido Social-Democrata
Se existe o adjetivo social-democrata, não deveria escrever "Partido Social-Democrata", com hífen?
Obrigado.
A expressão «pôr sal na moleira»
Surpreendi no mural do escritor Mário Cláudio a expressão «põe-lhe sal na moleirinha», dita por alguém referindo-se de forma crítica à relação da nora com o filho.
Pesquisei e vi outras formulações com alteração do verbo inicial, tais como: «bota-lhe sal na moleirinha» ou «joga-lhe sal na moleirinha», e outras tantas em que moleirinha é substituído por moleira.
Os sentidos, do que averiguei numa pesquisa breve, podem ser diferentes e ir desde a crítica, sendo o equivalente a «mói-lhe o juízo», «inferniza-lhe a cabeça», «põe-lhe coisas na cabeça», «põe-no a cismar», como em «Se a seus afins não põe ao largo do seu beiral, queira ou não queira, hão de lhe o sal pôr na moleira!», até ao elogio, com o sentido de «põe-lhe juízo na cabeça», visível em: «Deus põe sal na minha moleira para me dar mais juízo». Ou mesmo ter um sentido equivalente a «salgar a terra», na qual depois nada nasce, visível nos versos: «Eu não quero mais amar / Nem achando quem me queira / O primeiro amor que tive / Botou-me sal na moleira».
Podem, por favor, esclarecer os vários sentidos da expressão?
«Isso mesmo» e a locução «de sempre»
Gostaria que confirmassem se na frase «ela disse isso mesmo ao seu irmão», o vocábulo isso é pronome.
Estará dependente da classificação da palavra mesmo, que pode ser pronome, substantivo ou advérbio...
Na expressão «a situação mais indescritível de sempre», a palavra sempre pode ser considerada um substantivo?
Grata pelo esclarecimento.
«Incidente imprevisto»
Li recentemente no programa de um curso:
«Medidas para tratamento emergente dos incidentes imprevistos de segurança alimentar.»
Sempre achei que "incidente imprevisto" ou "incidente imprevisível" eram pleonasmos, por considerar que um incidente é, por definição, um acontecimento inesperado, imprevisível.
Isso é mesmo assim? Faz sentido usar a expressão «incidente imprevisto»?
Os significados de «de permeio»
«Meter-se de permeio» quer dizer «colocar-se no meio» ou «surgir como obstáculo»?
Muito obrigado!
A expressão «mandar o Bernardo às compras» (calão)
Qual a história por detrás da expressão «mandar o Bernardo às compras»?
Obrigado.
O elemento judeo-
Escreve-se "judeo-bolchevismo" ou "judeu-bolchevismo"?
